17

fevereiro

2016

40

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Danny Ainge busca reforços que façam “grande diferença” no futuro

Com muitas escolhas de Draft em um futuro próximo, vários jogadores com alto valor de mercado e em uma reconstrução acelerada, o Boston Celtics é um dos principais alvos de negociação na véspera da Trade Deadline. Nos últimos dias, vários nomes de destaque na NBA foram especulados no Alviverde, como Dwight Howard, Al Horford e Kevin Love, mas a franquia de Massachusetts, por ora, não realizou nenhuma movimentação.

Em entrevista ao jornalista Steve Bulpett, do Boston Globe, o GM celta Danny Ainge informou que não irá envolver o Celtics em negociações por jogadores “menores”. Para o manager da franquia verde e branca, está na hora de buscar um reforço de impacto, mas com inteligência e paciência, para que o processo de reconstrução siga no caminho certo. “Quando eu estou olhando para jogadores lá fora (no mercado), estou olhando para aqueles que podem fazer uma grande diferença, e não jogadores que podem nos dar duas vitórias, qualquer coisa assim. Esse não é o meu objetivo”, afirmou Ainge.

Danny Ainge também explicou que não está em busca de jogadores que sirvam apenas para a atual temporada, mas que sirvam também para construir um futuro no Celtics. O GM celta elogiou o desempenho da equipe em 2015/2016, mas deixou de lado a classificação na tabela: para Ainge, o que importa é o desempenho em quadra, a cada dia, e não somente a posição no Leste.

“Nosso objetivo não é se manter na terceira colocação da Conferência Leste e talvez subir um pouco, além do que nossos jogadores e comissão técnica planejavam. São objetivos surpreendentes, tem sido divertido ver uma equipe competitiva, que venceu boas equipes nesta temporada, mas o nosso objetivo é montar uma equipe que pode competir por campeonatos”, revela o dirigente. “Nós só estamos a apenas alguns jogos dos times que estão na sétima e oitava colocação. Há pouco tempo, estávamos em nono. Então, não presto muita atenção para a classificação, olho mais para a forma que estamos jogando, os nossos buracos e o que precisamos fazer”.