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    Início»Opinião»Balanço da Temporada Regular 23/24
    Opinião 11 Mins de leitura

    Balanço da Temporada Regular 23/24

    Ayran FernandesPor Ayran Fernandes19 de abril de 2024Atualizado:19 de abril de 20241
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    Sumário

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    • A Sequência
    • A Copa NBA
    • Os Destaques da Temporada
        • Derrick White
        • Kristaps Porzingis: A peça que faltava?
    • Um Super Time
    • O Treinador
    • O Resultado
    • A Conclusão
    • Reforço Positivo e Necessário

    Salve nação! O Celtics Brasil está muito empolgado para o início dos Playoffs e para celebrar esse momento especial da equipe, vamos fazer um balanço do que foi nossa temporada até aqui.

    A Sequência

    Como todos sabem iniciamos a temporada com uma grande expectativa de nossa torcida e de todo público que assiste a NBA. O motivo? Vários. Muita gente de olho na campanha após o final trágico da temporada passada, quando fomos eliminados num jogo 7 que tinha tudo para ser épico a nosso favor (com direito a lesão de Tatum nos minutos iniciais). Mazzulla vai? Mazzulla fica? Sim, Mazzulla fica, e a equipe foi para o mercado com força, tanto que, durante a nossa offseason, Brad Stevens fez duas grandes movimentações e adicionou 2 nomes de peso em um elenco já estrelado, trazendo Kristaps Porzingis e Jrue Holiday.

    Assim, iniciamos o período de treinos com a ansiedade lá em cima. A temporada regular mal começou e já pudemos observar a qualidade de sobra desse time. Mesmo com um quinteto inicial pouco entrosado e com pouco tempo de jogo em conjunto, já havia um esboço claro do que esse time seria capaz com o decorrer do tempo. Porzingis e Holiday foram se adaptando ao ambiente e ao time, a equipe foi ganhando forma e nos tornamos uma unidade forte e sólida, nosso banco – a grande dúvida da temporada – só precisou de uma boa sequência e das oportunidades certas para mostrar que tem sim capacidade para ajudar a equipe quando for necessário.


    A Copa NBA

    Pela primeira vez na história as equipes participaram de um torneio com formato diferente, parecido com o que temos no futebol. Paralelo ao Larry O’Brien (o troféu da NBA), a copa foi disputada em duas etapas, uma fase de grupos e posteriormente mata-mata em jogos únicos, incluindo a final. Boston fez bons jogos mas não demonstrou apetite suficiente para brigar de fato pelo troféu. A equipe superou a fase de grupos, passando por Nets, perdendo para o Magic e vencendo Raptors e Bulls.

    Com fortes emoções, a classificação veio na somatória da pontuação total, mas de nada adiantou, a equipe caiu logo na primeira rodada da fase eliminatória em noite espetacular de Tyrese Haliburton, que garantiu a vaga para o Indiana Pacers. Decepção e dúvidas. Será que essa equipe terá a força necessária para brigar pelas nas cabeças?


    Os Destaques da Temporada

    Derrick White

    Derrick White recebendo o Prêmio Red Auerbach.

    Essa temporada consolidou de maneira definitiva Derrick White, que se tornou um jogador essencial para o núcleo do Celtics. O ‘testa’ demonstrou um volume de jogo absurdo dos dois lados da quadra, estabelecendo uma temporada digna de All-Defensive Team.

    White se adaptou completamente aos esquemas de Joe Mazzulla e, mais do que isso, entendeu o que é vestir a camisa celta e assimilou de forma inquestionável o espírito celta, tanto que foi reconhecido pela equipe ao final da temporada regular com o prêmio Red Auerbach, dado aos jogadores que mais se assemelham aos grandes ídolos do passado. Importante relembrar também sua ‘quase escolha’ para o All Star Game. Durante a prévia da semana das estrelas, muito se falava na possibilidade de White ser considerado como um dos jogadores a ser hoomenageado com uma vaga. Não aconteceu, mas apenas ter seu nome citado nas conversas foi o suficiente para um sorriso no rosto do jogador.

    Algumas estatísticas do Testa nessa temporada:

    • 32,6 minutos por jogo (maior marca da carreira)
    • 15,2 pontos por jogo (2ª melhor marca da carreira)
    • 5,2 assistências por jogo (melhor marca da carreira)
    • 4,2 rebotes por jogo (melhor marca da carreira)
    • 2,2 stocks (roubos + tocos) por jogo (melhor marca da carreira)
    • 39,6% em bolas de 3 pontos (melhor marca da carreira*)
    • 90,1% nos lances livres (melhor marca da carreira)
    • 2,1 faltas cometidas por jogo (menor marca da carreira*)
    • 87 tocos na temporada (mais do que Isaiah Hartenstein, Jarret Allen, Evan Mobley, Giannis Antetokounmpo, Joel Embiid, Nikola Jokic, Bam Adebayo, Jusuf Nurkic, Ivica Zubac, Jonas Valanciunas, entre outros)

    *considerando temporadas com mais de 10 minutos por jogo.

    Kristaps Porzingis: A peça que faltava?

    Na última offseason, o Boston Celtics adquiriu Kristaps Porzingis em uma troca que enviava Marcus Smart para Memphis. O descontentamento da torcida era esperado e foi enorme, afinal, Smart era o “coração” da equipe. No entanto, o impacto do pivô foi imediato e melhorou muito a dinâmica da equipe. Porzingis se tornou ponto de referência nas posses ofensivas com seu ótimo desempenho no low-post e mid-range. Essa qualidade foi muito bem utilizada pela comissão técnica e resultou em 20,1 pontos por jogo com incríveis 37% em arremessos de longa distância.

    Defensivamente, Kristaps se mostrou uma peça essencial. Os oponentes ficaram limitados a uma média e apenas 49,8% de eficiência ao redor do aro quando defendidos pelo letão (2º melhor da liga nessa temporada). Isso somado aos seus quase 2 tocos por partida foram peças chave para a evolução dessa equipe.

    Fã do letão ou não, a importância dele pra equipe do Boston Celtics é inegável. O ataque passa muito pelos seus bloqueios e sua capacidade de espaçar a quadra e atacar o matchup individual de meia distância e, na defesa, ele é a âncora dentro do garrafão. Pode-se dizer que até o mais cético do torcedor do Celtics se surpreendeu com essa temporada do Porzingis.

    É claro que uma temporada histórica como essa possui diversos destaques. Vamos abordar todos os jogadores com um texto próprio para isso futuramente.


    Um Super Time

    Não demorou muito para a comunidade considerar a equipe de Boston uma grande equipe, um super time, com encaixe praticamente instantâneo e eficiente das novas peças, junto a um núcleo já muito acostumado a jogar juntos, formado por estrelas do porte de Jayson Tatum e Jaylen Brown. 

    Para ajudar ainda mais esse elenco já recheado, Brad Stevens após a pausa do ASG, trouxe duas peças de reposição para o banco: Xavier Tilllman, do Memphis Grizzlies, e Jaden Springer, do Philadelphia 76ers. 

    Um pivô para disputar minutos com Luke Kornet e um defensor com imenso potencial, comparado até certo ponto com Marcus Smart. E mesmo com pouco tempo de trabalho, ambos foram importantes na reta final da temporada regular. O Celtics também fechou em definitivo com o português Neemias Queta, completando o elenco para os Playoffs.

    O elenco do Celtics para a disputa dos playoffs é o seguinte:

    Guards: Jrue Holiday, Payton Pritchard, Derrick White e Jaden Springer
    Forwards: Jayson Tatum, Jaylen Brown, Sam Hauser, Oshae Brisset, Svi Mykhailiuk e Jordan Walsh
    Bigs: Kristaps Porzingis, Al Horford, Luke Kornet, Xavier Tillman Sr. e Neemias Queta


    O Treinador

    O elenco possui qualidade e mostrou isso, porém, muitos ainda questionam e duvidam de Joe Mazzula e da sua capacidade de liderar essa equipe.

    Em sua segunda temporada à frente da equipe, Mazzula pôde pela primeira vez participar da montagem de sua comissão técnica e do elenco, pode pela primeira vez propor uma cultura interna e desenvolver práticas em comum com toda a equipe. Tudo isso se fez essencial para que a equipe evoluísse, e nós vimos o resultado disso durante a temporada regular.

    “Essa foi a parte mais legal, especialmente durante a offseason, criar esse ambiente do zero. Você nunca sabe se os seus valores pessoais vão se traduzir como positivos para a organização até você começar a trabalhá-los com os outros membros. Então, criar esse ambiente e desenvolver esses valores, sistemas, processos, provavelmente tem sido a melhor parte de toda essa experiência, até mais do que a parte relacionada ao basquete”

    ,disse Mazzula sobre poder começar do início pela primeira vez

    A equipe de Joe Mazzula liderou a NBA durante toda a temporada tendo como principal característica o jogo coletivo. 

    Não é fácil comandar um time cheio de estrelas e construir uma unidade de forma tão rápida e avassaladora. Além de gerir todo um ambiente, Mazzula se mostrou extremamente competente em suas chamadas, fazendo a equipe jogar um basquete muito convincente, com variações de estrutura, variações táticas, uma equipe com muito volume de jogo e muitas opções disponíveis para agredir seus adversários.

    E o que Joe Mazzula conquistou? O técnico se tornou líder em % de vitórias entre técnicos com mais de 100 partidas disputadas. Sua companhia nesse clube? Phil Jackson, Billy Cunningham, Larry Bird, K.C. Jones, Red Auerbach, entre outros técnicos de elite.


    O Resultado

    Nem tudo saiu como esperávamos, tivemos algumas derrotas, algumas derrotas doloridas, mas o comportamento pós-jogo sempre foi o mesmo: vamos aprender com os nossos erros e melhorar para a próxima partida. E assim foi ao longo de toda a regular, tanto, que não sofremos mais de duas derrotas seguidas em nenhum momento da temporada, nem mesmo na reta final, onde já estávamos dosando toda a minutagem dos jogadores titulares.

    Chegamos ao fim da temporada regular com um recorde de 64-18, um recorde histórico, com um basquete muito bem jogado e números impressionantes, exemplo:

    • Melhor recorde da liga
    • Maior diferença de jogos em relação ao 2º colocado na conferência ao fim da regular desde 1976
    • Melhor ataque da temporada (Offensive Rating de 122,2)
    • 2ª melhor defesa da temporada (Deffensive Rating de 110,6)
    • Melhor eficiência ajustada, ou True Shooting %, da temporada (60,9%)
    • Margem de 11.3 pontos, quinta melhor marca da história da NBA
    • Margem de 15.2 pontos em casa, terceira melhor marca da história da NBA
    • 1.22 pontos por posse, maior marca da história da NBA
    • 1.351 bolas de 3, segunda melhor marca da história da NBA
    • 37 vitórias em casa, melhor número da NBA em 8 anos
    • Venceu ou empatou 28 de 29 séries na temporada regular (perdeu apenas para Denver – 0/2)
    • Melhor recorde da temporada em casa mantendo a menor marca de derrotas fora de casa e melhor recorde em partidas jogada em dias seguidos (back-to-backs)
    • Chegou aos playoffs 17 dias antes de qualquer outra equipe

    A Conclusão

    É animador olhar para o futuro desse time nos playoffs. Não chegamos onde chegamos por sorte ou algum milagre. A seed 1 da conferência leste e da NBA, conquistada com um mês de antecedência, não caiu no nosso colo, foi competência, muito trabalho duro e foco, de todos, jogadores, coach, comissão técnica, front office e etc.

    A pergunta que não quer calar é: até onde podemos chegar nesses playoffs?

    É lógico que só o tempo poderá nos dizer, mas a expectativa é absolutamente proporcional à temporada regular que essa equipe fez. ‘Ah, mas regular é regular.’ Sim, sabemos. E é justamente pela temporada regular que essa equipe fez que nós passamos a vê-la como principal competidor pelo título. Nossa equipe é sólida. E poucas palavras são tão importantes no basquete como essa palavrinha. Solidez é tudo. E nós somos na defesa, no ataque, nas bolas de três, nas trocas, na marcação, na entrega, na vontade de pendurar mais um banner no TD Garden, enfim… poderia passar o dia aqui listando.


    Reforço Positivo e Necessário

    É imprescindível ressaltar o trabalho feito por toda a comissão do Celtics. A gestão dos jogadores durante a temporada, poupando e aderindo aos revezamentos, que muitas vezes foram questionados pelos torcedores por custarem uma ou outra vitória. 

    Nós chegamos aos Playoffs com uma equipe redonda, saudável e ciente do objetivo de chegar até o objetivo, de brigar novamente pelas finais após duas temporadas. Vamos chegar nos Playoffs prontos para a guerra. E isso é mérito total dessa gestão. Estamos prontos para as séries que virão, independentemente da equipe que aparecer, vamos pra cima, e vamos muito fortes. 

    Se alguém disser que, no momento da troca de Marcus Smart, imaginou que essa equipe poderia chegar onde chegou, da forma que chegou e brigar como está brigando, esse alguém não existe. Claro que a troca parecia óbvia e acabou sendo um sucesso, mas, naquele ponto, ninguém imaginou que aos cuidados de Joe Mazzulla, nós terminaríamos a temporada da forma que terminamos. 

    Isso é tudo o que temos para dizer, ou melhor, sem mais. Deixo nas mãos de nossos jogadores, com a certeza de que eles retribuirão a confiança. 

    Seremos.

    Texto por Ayran Fernandes, Daniel Victor Dias, Pedro Fava e Vicente Kresiak

    Boston Celtics Celtics NBA Opnião playoffs Playoffs da NBA Temporada 2023-2024 temporada regular
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