Fundamentos e formações ofensivas

Já virou clichê que o basquetebol começa pela defesa, por isso, nos artigos anteriores, escrevi sobre as posições do basquetebol, fundamentos defensivos, defesa individual, zona, mista e match up.

Como todo alquimista quando cria um veneno, sabe também qual o antídoto que o torna ineficaz. Nós, técnicos, costumamos fazer essa alusão quando tratamos o ataque como um “veneno” e defesa “antídoto”.

Pensando assim, comprovamos que o ataque tem a vantagem da ação e a defesa a desvantagem de quase sempre, reagir.

Os principais fundamentos do ataque são:

Drible- Ao contrário do futebol, o drible, significa bater a bola no chão, visando o deslocamento e não cometer a violação de andar.

Passe- Transferência da bola de um atleta para outro.

Arremesso- Definir o ataque, bandeja, arremesso livre, e de três pontos.

Quando se organiza o ataque e suas variações, o técnico tem que avaliar várias características de sua equipe (físico, técnico, cognitivo Etc…) , as regras da competição( tipos de defesa permitidos, critérios de arbitragem Etc…) e conhecimento das características do adversário. Depois disso, o técnico deve escolher qual formação, será benéfica a sua equipe.

As principais formações ofensivas são:

1- Clássica:

Quando a equipe organiza seu ataque seguindo rigorosamente as características mencionadas no artigo sobre as posições do basquetebol. Basicamente atua com três homens no perímetro (posições 1, 2 e 3) e dois no garrafão ( posições 4 e 5).

2- Quatro abertos:

É utilizada quando o Líbero (ala-pivô) não tem característica de atuar no garrafão, por motivo de contusão, quando o técnico é obrigado a improvisar um lateral nesta posição. Também é utilizada na situação de jogo, onde a equipe adversária está marcando por pressão a quadra inteira e o técnico tira um pivô, colocando um segundo armador para ajudar na saída de pressão. Esta formação atua com os atletas das posições 1, 2, 3 e 4 no perímetro e apenas o da posição 5 no garrafão.

Outra situação na qual esta formação ser adotada é quando a equipe dá preferência aos arremessos de três pontos, fato este, que a torna bastante utilizada no Brasil, infelizmente.

3- Três no garrafão:

Quando a equipe que defende, não possui atletas altos, e a que ataca possui pelo menos três atacantes maiores que os defensores, o técnico avalia qual a maior vantagem na proporção: altura-defensor-atacante, utilizando até três pivôs.

O Objetivo é colocar  esses atacantes que terão maior vantagem física, próximos a cesta, a fim de receber o passe e finalizar ou no mínimo receber uma falta. Caracteriza-se por somente os atacantes da posição 1 e 2 estarem no perímetro e os da posição 3, 4 e 5 no garrafão.

4- Cinco abertos:

Esta formação é bastante radical. Dificilmente é utilizada durante toda a partida. Normalmente é adotada na situação de jogo, quando a equipe que ataca está no desespero, tentando diminuir o placar e buscando somente as definições de três pontos. Normalmente o técnico substitui os pivôs, colocando bons arremessadores e todos os atacantes se posicionam no perímetro.

Estas são as principais formações (posicionamento) ofensivas. Todas estas formações ofensivas se encaixarão em qualquer filosofia (comportamento) ofensiva que serão descritas na próxima quarta-feira.

Estou pesquisando a melhor maneira de formarmos um glossário do basquetebol. Gostaria que os leitores que tiverem qualquer dúvida sobre nomenclaturas ou não, que se manifestem no espaço destinado aos comentários. Lembrando sempre que esta coluna foi idealizada justamente para uma maior compreensão dos termos técnicos e de um modo geral, da minha maior paixão, o basquetebol.

Por: Marcello Berro

29 Comments

  1. Gean disse:

    Muito bom o post ,me ajudou bastante a entender as funções de ataque .

    No Playstation 2 da pra fazer a opção cinco abertos ?

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  2. Ray disse:

    Marcello vc se colocou com tecnico certo?
    só pra saber,qual time voce treina e aonde?e qual a sua idade?

    só por curiosidade mesmo ;D

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  3. marco aurelio disse:

    suas matérias são sempre bem esclarecedoras e facil de entender….continue assim..e aguardo a próxima…parabens!

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  4. Sou Técnico desde 1997, tenho 30 anos.

    Comecei no Botafogo F.R até 2002, América F.C 2003, Hebraica-RIO 2004, Neste mesmo ano dirigi a seleção carioca sub-17 nos jogos da Juventude em brasília.

    Fui contratado pela Grajaú.C.C em 2005, onde conquistamos alguns títulos,em 2006 lá mesmo, fui o técnico principal mais novo (26 anos) da história de todos os campeonatos nacionais adultos.

    2007 fui para Porto Seguro-BA onde desenvolvi projetos sociais e dirigi a equipe adulta da cidade onde nos sagramos bicampeões do interior da bahia 07-08.

    Em 2009 voltei para o RJ dirigindo o sub-15 do C.R. Flamengo.

    Hoje, coordeno a parte técnica do Centro de Treinamentos do Bábby, um projeto revolucionário que visa a formação de atletas de alto rendimento, seguindo um modelo americano, onde os atletas tem que cumprir metas nos estudos, disciplina rígida e outros fatores importantes, não só para serem futuros atletas, mas também homens, cidadãos.

    Vamos realizar nossa primeira peneira no dia 11 de dezembro as 10 horas na sede da CUFA em Madureira( viaduto Negrão de Lima) no Rio de Janeiro.

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  5. Lucas Melo disse:

    Parabéns pelo post, post simplesmente perfeito, sempre um aprendizado à mais.

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  6. Marcello, gostaria de lhe fazer uma pergunta.
    Você conhece a rotina de treinamento chamada “Air alert” ?
    Se sim, o que você acha dela ?
    Um abraço

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  7. Daniel, você se refere a treinamento para salto vertical, impulsão?
    Acho válido, desde que saiba seus limites e que não faça com sobrecarga e faça um aumento de repetições e séries gradativas e sem pressa.
    O maior perigo é o retorno e não o esforço em si.
    As pessoas que tiverem algum tipo de lesão nos membros inferiores ou em fase de crescimento devem tomar muito cuidado na hora de descer, se pular, o impacto pode ser prejudicial.

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    • Isso mesmo, o treino de impulsão.
      Já fiz ele a uns bonsss anos atrás, quando eu ainda treinava basquete.
      Porém como eu tenho um histórico de problemas no joelho, eu fazia sempre metade das séries sugeridas.

      To pensando em voltar a pratica.
      Fazer uma vez com metade dos exercícios, descansar por um mês e fazer o programa novamente com a carga total.

      Como já tive problemas com joelho e ja treinei basquete por 7 anos, não sou um leigo, sei a hora em que devo parar pra evitar nova lesão.
      Mas mesmo assim, você acha arriscado eu encarar uma dessa novamente ?

      Ouvi falar de um treinamento chamado “Dunknow” que é feito em 2 ciclos de 15 semanas e oferece menos risco de lesão, por ser menos puxado que o Air Alert.
      Você conhece esse “Dunknow” ???
      Recomenda ?

      Abraço

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  8. Não conheço o “dunknow” acho que por você ter histórico de lesão no joelho, nada com impacto deva ser feito.
    Desculpe a pergunta, mas treinar impulsão para que?
    Vaidade?
    Tenha a noção que nossos ossos sofrem “microfraturas” a cada impacto e se recompõe a cada dia mais lentamente, por isso os idosos sofrem limitações etc…
    O Air Alert se for feito com calma, tomando muito cuidado com o retorno do esforço, não gera impacto algum.
    Se decidir por fazer, não tenha pressa e não queira “tocar na linha superior do quadrado” no primeiro dia…Lembre-se que com o passar dos anos, tudo o que você sobrecarregou na juventude, vai ser cobrado cedo, ou tarde.

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  9. Carlos Henrique disse:

    Oi Marcello.
    Parabéns pela “aula” de posicionamento defensivo!

    Eu queria perguntar se você conhece algum especialista em joelho
    preciso fazer uma cirurgia, rompi o ligamento cruzado anterior e rasguei o menisco

    Quero operar mas quero continuar a jogar sem problemas nem limitações
    como você está envolvidão no basquetebol podia me dar alguma dica

    Sou de Guarulhos-SP
    Ah
    E aqui precisa de uma liga de basquetebol

    Dá uma força ae

    Abraço!
    Henrique

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  10. Luiz Guilherme disse:

    Tive uma séria contusão no joelho há uns 2 anos atrás por causa de terinos de impulsão
    e isso para um garoto de 12 anos na época não foi nada bom mesmo
    ainda sinto algumas dores
    esse negocio de forçar muito os atletas a treinarem julgo como uma tolice
    e soh pra não passar parabéns pelo post

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  11. Nem é vaidade não.
    É que eu perdi MUITO de impulsão nos últimos anos.
    Já tive uns 80cm de impulsão na adolescência.
    Depois mais velho, mais pesado, isso caiu pra 56cm.
    Mas hoje em dia se eu pular 30 cm é muito.

    Queria melhorar um pouco isso, pra ajudar na brincadeira.
    Pegar uns rebotes, aumentar o tempo de permanência no ar afim de executar movimentos evasivos em bandejas com marcação, etc…

    Mas nem vou fazer isso agora.
    Estive muitos anos sedentários e só agora vou começar a tirar a ferrugem.

    Começarei com alguns treinos de body Atack e Body Combat, e quando eu me sentir confortavel fisicamente, partirei pra um treino desses.

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  12. Carlos henrique,
    Aqui no RJ conheço o Dr Raimundo Grossi, ortopedista MUUUUITO BOM que foi vice-presidente de esportes terrestres do Botafogo F.R, ele é o melhor ortopedista que ouvi falar. Todos os atletas que operaram com ele retornaram sem nenhuma sequela.
    Em SP, não conheço nenhum, Boa Sorte!

    Luiz Guilherme,
    treinos físicos ou de impulsão aos 12 anos?!?!?! Isso é um crime! O adolescente ainda não está totalmente formado e uma carga dessas prejudica bastante o crescimento e causas lesões prematuras.

    Daniel, isso aí…vá devagar recupere seu condicionamento, fortaleça seus musculos e aos poucos você terá uma impulsão satisfatória novamente, sem precisar “agredir” seus ossos e ligamentos, tenha paciência para retornar as atividades físicas depois de certo tempo parado.

    Gean, Não tenho a menor idéia se existe a possibilidade de usar a formação cinco abertos, no playstation2.
    Não consigo achar graça no jogo onde o “atleta” pula dá cinco cambalhotas no ar, vai quase no teto do ginásio e ainda enterra a bola, muito irreal.
    No PS2, só jogo Winning Eleven e Fórmula 1, basquete só de VERDADE!

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  13. Carlos Henrique disse:

    Valeu mestre!
    Será que se não fosse pedir demais você não consegue algum contato dele tipo email ou fone!?

    Meu email é: [email protected]

    Abraço!

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  14. Gean disse:

    Marcello Berro ,eu já vi esse jogo ai que você falou ,que o cara vai no teto do ginásio e ainda enterra ,mas o que eu jogo não é assim não .
    É real ,os caras é tudo igualzinho ,o nome do jogo é NBA Live .
    Futebol eu jogo Winning Eleven também ,é o melhor jogo pra PS2 ;

    Vlw

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  15. Carlos Henrique disse:

    E eu tenho uma dúvida a respeito da rotação do “Bench”
    Por que muitas vezes jogadores saem do banco e pontuam bem porém o treinador não os mantêm muito tempo em quadra?

    Vejo um exemplo do jogo de ontem de madruga:
    LAKERS X BULLS

    O Shanom Brown roubou a cena em um determinado momento do jogo ele estava com 4/4 dos três e com a mão muito quente
    Porém o Phill acabou voltando com o time titular

    Apesar dele ser o reserva imediato do Kobe o Artest não ia bem em quadra. Porque acontece isso durante os jogos?

    E como é que ocorre o aumento de tempo de um jogador? Quais os quesitos analisados

    Um jogador que joga de costas por exemplo na 4 pode se adaptar pra jogar de frente ou não é algo que pode ser pensado!?

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  16. Esse que nego pula 10 metros e enterra com bola pulando fogo era o NBA Jam.
    Era um jogo muito divertido, mas nada realista mesmo.

    No entanto hoje temos o NBA 2K10 que é simplismente FANTÁSTICO
    Não considero nem como um jogo, mas sim como um simulador.

    É um jogo extremamente difícil, tal a sua complexidade.

    Se não treinar jogadas ensaiadas, ficar atento na movimentação defensiva e não buscar movimentar a bola no ataque…pode esquecer…não ganha um jogo se quer.
    A não ser que jogue no nivel fácil, é claro.

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  17. Carlos Henrique, vou tentar achar os contatos do Dr Raimundo Grossi, te envio por e-mail.

    Sobre a rotação do banco, o técnico deve conhecer todos os itens da personalidade e capacidade técnica dos seus atletas.

    Costumo dizer que o jogador se escala, e muitas vezes o técnico não pensa só naquela partida. Os adversários acabam se acostumando com as características dos jogadores e cabe ao técnico ter o “feeling” necessário para saber a hora de substitui-lo e de voltar, com os titulares, até para estes, não perderem a confiança. O técnico também vê as peças do banco como “armas” que ele usa, mas não deve mostrar, “gastar” o tempo todo, até para dificultar o conhecimento dos adversários sobre ele.

    O tempo de jogo de um jogador, aumenta, com ele entrando e correspondendo, superando as expectativas que o técnico tem sobre ele e aos poucos vai ganhando a confiança do técnico de coloca-lo cada vez mais.Lembre-se que a intenção de qualquer técnico é ter no banco atletas capazes de mudar o jogo em situações ruins e criar uma disputa saudável pelas pelas posições, com treino sendo talvez mais forte que o jogo!

    Sobro o atleta da posição 4, estar adaptado a jogar de frente, acho que é fundamental para a posição. O 5 é mais específico, “preso” no garrafão. A nova nomenclatura, chamando o 4 de líbero, acho perfeita, pois ele se estiver sendo marcado por um jogador mais baixo e rápido, ele deve jogar de costas e perto da cesta, se for o inverso, ele deve tirar o marcador do garrafão e jogar aberto, buscando cortes e arremessos.

    Como a altura é primordial no basquete, imagine a situação do 2 sabendo armar, o 3 sabendo fazer o Escolta, o 4 podendo ser 3, o 5 sabendo fazer a posição 4, e colocando o 5 reserva, essa opção de “aumentar o físico” do time, sem perder a qualidade, é o sonho de qualquer técnico.

    Por todos esses aspectos, os atletas nunca devem se acomodar com o que fazem, sempre devem buscar melhorar evoluir todos os fundamentos, imagine o Shaq com habilidade, destreza, velocidade e arremesso de 3 pontos, além de jogar de 5?

    A busca de todo o técnico deveria ser essa, ter jogadores multi funcionais, mas isso começa na base, com o técnicos buscando FORMAR JOGADORES e não ganhar títulos apenas, se o pensamento for só os títulos, o garoto de 180 cms com 13 anos, treina e joga só de 5 e se ele parar de crescer?Nunca conseguirá ser um armador, e poderia se tornar um armador que saberia jogar de costas, pois já foi 5 um dia.

    O dia que os técnicos brasileiros, pensarem em FORMAR ATLETAS para a seleção, para a europa e até NBA, pensarem no FUTURO e não só no imediato, os rumos do basquete no Brasil vai mudar, enquanto isso…

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  18. Olá Marcello,

    Gosteia da matéria. Até um leigo, do sexo feminino, entende (rs).
    Tenho uma sugestão:
    Sempre fico pensando no “desenho” de duas explicações e me
    ocorreu algo que poderia somar a sua coluna;
    Que tal postar um vídeo mostrando determinadas dicas…?
    Não precisa ser em todas as matérias, só de de vez em quando tipo um “plus”.
    Visualizar os esquemas agregaria muito a quem lê.

    Abraço,

    Sucesso!

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  19. Ray disse:

    Marcello,nossa cara parebens,técnicos como você são raros.Um ponto que vc levanto muito interessante foi ‘um garoto de 12 anos de 1,80 cm aprende joga somente na 5’,isso aconteceu com um amigo,que tem 1,85m e joga com pivo pelo mesmo motivo que vc falou!

    e outra coisa,responde se quizer,da pra sobreviver como técnico de basquete?e vc tem alguma dica para começar?

    obrigado…

    Sobre o NBA para games,joguem 2k11 pra PC,realmente muito bom,vc ve algumas jogadas dos principais times,jogadores,e etc.

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  20. Ray, Sobreviver como técnico de basquete…Boa pergunta!

    Costumo dizer que eu vivo PARA o basquete, nunca consegui viver DO basquete.

    Os meses nos clubes costumam durar “90 dias, 120”, com isso até sobreviver fica difícil, imagine viver bem, dar conforto a sua família?

    A maioria dos técnicos tem que conciliar com outras atividades, dentro ou não da área da Educação Física.

    Mas é amor, paixão, a minha “cachaça” é o basquete.
    A unica coisa que me dediquei na vida, quem sabe um dia terei a valorização e o respeito que julgo merecer?
    Por enquanto vivo PARA o basquete levando ao pé da letra a palavra A-MA-DOR!

    Começar a ser técnico…Tem certeza?
    Bem, veja muitos jogos, ao vivo, sinta o clima do jogo, observe a linguagem corporal dos atletas e técnicos, pense no espírito do jogo.
    Converse com os técnicos, pesquise sites de táticas e tenha muita paciência e amor.
    Não esqueça de ter outra fonte de renda, ou então, nem sobreviver você conseguirá!

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  21. Carlos Henrique disse:

    Nossa Coach
    Ai siim

    Explicação extremamente objetiva!
    Aonde você está ministrando treinamentos atualmente?

    Sou gerente de uma surfshop e estou na pegada de nas minhas férias sair pra um treinamento
    Como eu trabalho com vendas os melhores meses pras férias são os meses de Janeiro e Fevereiro

    Dependendo do lugar aonde você estiver treinando quem sabe eu não apareça nos seus treinos.

    Que eu preciso melhorar minha tática, posicionamento e aprender jogadas

    Preciso muito de um mentor

    Valeu
    Coach!

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  22. Carlos Henrique disse:

    Coach,
    Atualmente quem é o melhor PF na sua opinião?

    Kevin Garnett
    Pau Gasol
    Lamar Odom
    Chris Bosh
    A Kirilenko?

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  23. Carlos Henrique,
    Estou na coordenação técnica do Centro de Treinamento do Bábby no RJ.
    Estarei em todos os polos, próximo aos técnicos , os transformando em técnicos de formação de atletas e aprendendo com eles o trabalho social. Provavelmente vamos criar um Centro de excelência, com os talentos de cada polo, sendo preparados para virarem atletas de alto nível, onde eu vou ser o técnico.
    Ainda não sei onde exatamente será esse polo de excelência.
    Anote meu MSN: [email protected]
    e-mail [email protected]
    Vamos conversando, abraço!

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  24. Su disse:

    Ola Marcello…
    Prazer, meu nome eh Suellen, sou estudante de Ed. Fisica, e sou muuuuito fa do basquete!
    Realmente eh meu esporte preferido, sem sombra de duvidas, ja fui em varios jogos,assisto a jogos na tv, me envolvi de uma forma sentimental com o basquete muito grande! Acredito que tenha sido inclusive o basquete que tenha me motivado a fazer faculdade de Ed. Fisica..

    E ai vai uma duvida minha…apesar de amar o basquete, eu tenho que confessar que sou uma leiga no assunto…Nao conheco profundamente, assim como vc… Eu gostaria muito de trabalhar depois de formada com o basquete, gostaria de saber qual o leque de possibilidades que o basquete me oferece, talvez vc como conhcedor da aerea possa me dizer… Confesso que nao me vejo como tecnica de basquete, pq para isso acho que teria que assumir um lado mais masculinizado, que sinceramente nao faz meu tipo…rrrsss
    E claro, nao vou esquecer do que vc disse no outro post….de viver PARA o basquete, e nao DO basquete…. eh mais ou menos oq eu gostaria para minha vida… Fazer algo que me de prazer… Pois como fonte de renda eu tenho outras possibilidades!
    Meio grande o post..
    Mas se vc puder me ajudar, adoraria pois vc me parece um excelente tecnico e quem sabe conselheiro agora? rsss
    Beijos Su

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  25. Su, o basquete é apaixonante mesmo.

    Não acho que uma mulher sendo técnica fique masculinizada, isso é preconceito, talvez pelos “modelos” que existem atualmente. Mas você pode mudar isto!

    Existem muitas coisas a se fazer numa comissão técnica, auxiliar, atuando mais próxima aos atletas, fazendo a “ponte” entre técnico e atletas, estatistica, preparação física.
    Muitas coisas dentro da área da educação física e na área da saúde, fisioterapeuta, médico, massagista etc…

    Montar uma escolinha é uma missão que ajudaria e muito o basquete e o contato com iniciantes sempre faz bem a quem gosta do basquete, pense e tenha coragem!
    Boa Sorte!

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  26. Ótimo post Berro, sempre de forma clara e objetiva!! Só que vc agora esta falando de lesões tbm?!?! Pensei que fosse eu!!! ahsuahsuahs
    Brincadeiras a parte, parabens cara!!!
    E a ajuda pro glossário pode contar comigo!!
    Abraços!!!

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  27. LEonardo Moreira disse:

    Belo texto, fiquei lendo e lembrando de algumas jogadas e realmente tem tudo a ver…

    Nunca fui de jogar basquete pela minha altura e falta de espaços onde moro e minha preferencia por futebol desde criança e realmente pouco dificill entender alguns pequenos detalhes do jogo sem ter jogado muito…

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