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O problema é o posicionamento

Após a enorme movimentação no elenco feita pelo Celtics na Trade Deadline, muitas perguntas ficaram no ar.
Dentre todas elas a pergunta mais repetida era: – Os novos jogadores se adaptariam ao esquema de jogo defensivo da equipe de Boston, tendo em vista que nenhum dos contratados tinha como características uma boa marcação ?

Após um mês da data da troca podemos responder que não, e não só isso, podemos notar que o sistema ofensivo também foi prejudicado, pelo menos até o momento.

E daí vai a pergunta: – A queda no sistema defensivo, podemos compreender facilmente, mas como o sistema ofensivo pode ser prejudicado, se Perkins nunca contribuía com pontos como Krstic contribui,  e além de tudo tivemos a chegada de Jeff Green, um scorer nato ?

Para explicar a perca de qualidade na defesa e no ataque, temos que ir além da qualidade individual de cada jogador e nos atentarmos aos seus posicionamentos em quadra e comprometimento com o esquema tático da equipe.
Vou explicar por partes a diferença do Celtics com e sem Perkins nos dois lados da quadra.

Posicionamento de defesa

Ao contratar Krstic e Green, Ainge foi bem claro no que pretendia.Segundo ele, o Celtics sofria quando enfrentava equipes que jogavam com seus Pivôs e Alas abertos, arremessando de média distancia, e a intenção era conseguir jogadores mais leves e com maior qualidade para marcar esse tipo de jogada.

De fato o Celtics passou por problemas duas vezes com esse tipo de situação, uma vez contra o Heat onde Chris Bosh fez 24 pontos com um ótimo aproveitamento de 8/11 e outra vez contra o Magic onde Ryan Anderson saiu do banco de reservas para fazer 16 pontos, sendo 12 deles por intermédio de cestas de 3 pontos.

No entanto o Celtics venceu essas duas partidas, portanto não se pode dizer que a falta de tal marcação tenha prejudicado tanto a equipe.
Mas Ainge não viu assim e decidiu por fazer a troca, com o pretexto de que Krstic poderia fazer esse papel, e de que Green também poderia faze-lo em alguns momentos, com KG jogando na posição de Pivô.

Um mês se passou e o Celtics ainda não enfrentou Heat nem Magic, então não temos como saber se a troca vai surtir efeito contra eles, mas já podemos analisar o reflexo da troca nos confrontos com outras equipes.

E a notícia é aquela que todos já esperavam depois dos últimos resultados ruins. A defesa piorou !
Estamos tomando 0,4 pontos a menos por partida do que antes da troca, mas a de se avaliar que estamos jogando também em um ritmo mais lento, tendo menos posses de bola por jogo.

A de se levar em conta também que nesse período, tivemos um jogo atípico contra o Bucks, onde a equipe adversária converteu medíocres 56 pontos. Se tirássemos essa partida atípica das contas, vamos ver que nossa média de pontos sofridos subiu substancialmente, mesmo com a posse de bola tendo diminuído.

O principal mas não único fator responsável por essa queda é o posicionamento e movimentação defensiva de Krstic.

Krstic é um típico Pivô Europeu. Joga de forma mais afastada do garrafão, confia mais no seu chute de média distancia do que nas jogadas de post, e tem a tendência a tentar bloquear arremessos de jogadores de perímetro, principalmente os que se posicionam para arremessar próximos a zona morta.

Essa característica de marcar investindo nos jogadores mais “abertos” não é algo que deva necessariamente ser criticado. Tal ação pode ser útil em vários times e esquemas táticos e é exatamente o que o Ainge desejava.

No entanto tal movimentação tem mostrado não ser a ideal a ser praticada pela equipe de Boston.

Sempre que um Center se movimenta para longe do garrafão, ele estará abrindo espaços e convites para jogadores que gostam de infiltrar.

Com isso, cabe aos jogadores de perímetro, utilizar velocidade e força para coibir tais avanços.

No entanto o Celtics é uma equipe forrada de veteranos. Ray Allen e Pierce além de não conseguirem impedir as infiltrações a todo momento, também acabam se desgastando fisicamente.

Garnett também fica sobrecarregado tendo que tentar impedir essas infiltrações e ao mesmo tempo não podendo se desligar do seu homem marcado, para evitar o “Pick and Roll”.

Com Perkins, nada disso acontecia, pois ele se mantinha constantemente próximo ao garrafão, sempre em constante batalha corporal com os centers adversários, tentando evitar que esses recebessem a bola e também estando sempre alerta para frear infiltrações dos jogadores de perímetro.

Em uma ÚNICA partida até o momento, Krstic adotou um comportamento semelhante e não por acaso foi contra o Bucks, na partida em que o Celtics teve sua melhor partida defensiva. Naquele jogo Krstic se manteve próximo a cesta o tempo todo e com isso foi premiado com 14 rebotes e ajudou a controlar varias tentativas de infiltrações adversárias.

Sendo assim, podemos ver que o problema defensivo nem tanto se deve a falta de qualidade defensiva de Krstic e sim por erro de posicionamento e de decisões tomadas. Agora resta saber se Doc Rivers ainda não percebeu isso, ou se Krstic que não está conseguindo assimilar isso dentro de quadra.

Após ver Doc Rivers gritando incontrolávelmente com ele na partida contra o Grizzlies, não tenho muitas dúvidas de que a segunda afirmação é que é a verdadeira.

Posicionamento do ataque

Como eu já disse anteriormente, a diferença de posicionamento de Krstic e Perkins também influencia negativamente o ataque celta.

Embora Perkins não fosse muito participativo na conclusão das jogadas, ele tinha uma importância fundamental na rotação da bola, utilizando sua força física para manter seus machups sempre afastados dos jogadores de perímetro, se posicionando sempre a frente do adversário e o empurrando para trás.

Perkins também raramente saia de perto do garrafão, sendo exceção a regra, jogadas em que ele deveria sair para  realizar algum corta luz.

Já Krstic tem um estilo de jogo diferente, como já falamos. Por confiar mais na qualidade do seu chute de média distancia, tem a tendência a se afastar do garrafão para receber a bola de frente para a cesta, em condições de concluir.

Isso seria ótimo em uma equipe com jogo focado na infiltração, já que saindo do garrafão, Krstic puxa com ele o marcador e o garrafão vira um lugar mais  agradável para infiltradores, no entanto o Celtics é uma equipe que tem por característica utilizar muito os chutes de média distancia com KG, Pierce, Ray, Glen Davis e as vezes até mesmo com Rondo.

Resultado disso ? Krstic trás para o perímetro um “novo marcador” que não estava ali antes, e com isso dificulta esses tiros de média distancia e ainda da oportunidade aos adversários de dobrarem a marcação por mais vezes, já que todos os jogadores estão muito próximos.

Os reflexos desse posicionamento são sentidos até mesmo por Rondo, que está tendo dificuldades na armação, já que com a proximidade da defesa adversária, o risco de um passe ser interceptado sobe consideravelmente.

Os números mostram

Não é apenas na teoria e observação que podemos ver o efeito negativo que esse posicionamento está gerando. Os números também mostram. Antes da troca, o Celtics fazia em média 8 pontos  a mais de diferença para seus adversários.

Depois da troca, esse número caiu para 3,3 pontos e nos 10 últimos jogos caiu para 2,9.

Se novamente excluirmos aquele jogo atípico contra o Bucks, veremos que estamos com déficit de pontuação.

Vale lembrar também que após as trocas, somente 2 equipes pontuaram menos do que o Celtics (Hawks e Bobcats)

Conclusão Parcial

Todos esses dados mostram aquilo que muitos já sabem. A defesa é a alma do basquete e ter uma forte defesa e posicionamento correto, influencia diretamente no rendimento ofensivo da equipe.

A saída de Perkins é sentida, pois os novos contratados não tem características semelhantes a dele, e estão obrigando um time que joga da mesma forma a 4 anos, ter que adotar novas táticas ofensivas e defensivas.

Não quero culpar Krstic e nem Green pela queda no rendimento da equipe, pois eles apenas estão fazendo o que sabem fazer, seguindo suas características. Características essas que em determinados esquemas táticos dão até vantagens para eles, mas no Celtics não.

A culpa é de quem não parou pra pensar nisso antes e fez a troca, acreditando que um time que joga da mesma forma há 4 anos,  se entrosaria e praticaria uma nova formação tática rapidamente , as vésperas de um Playoff.

Existe solução ?

Imediata ? Não !

A saída de Krstic do quinteto titular, não mudaria em nada o atual momento, pois Troy Murphy, outro jogador contratado para a função, tem características semelhantes a Krstic e pra piorar, ainda tem o costume da sair pra arremessar de longa distancia.

Glen Davis portanto seria a opção mais lógica, pois é um jogador forte e que sempre busca o contato. No entanto Glen tem baixa estatura, o que compromete os rebotes da equipe e dificulta o matchup contra os centers de maior estatura. Isso é tão notório que no começo da temporada, Doc Rivers optou por colocar Erden (5ª Reserva) como starter em algumas partidas, devido a sua boa estatura.
A ÚNICA solução portanto seria a volta de Shaq e Jermaine em 100% das condições físicas.

No entanto, a participação dos dois nos playoffs é incerta, sendo que convivem com lesões a temporada toda.

Contar com os dois 100% então, é quase como ver Irã e EUA fazendo as pazes. Ou seja. NÃO VAI ACONTECR !

E não pensem que ter Shaq vai resolver todos os problemas.

Durante os jogos em que esteve em quadra, Shaq já mostrou que está pesado e com reflexos lentos. Não consegue mais defender com eficiência, principalmente jogadas de Pick and Roll e sua contribuição tem sido mais na parte ofensiva, e isso apenas nos primeiros quartos, pois não aguenta jogar mais do que 20 minutos.

Conclusão Final

Não da pra colocar uma venda nos olhos. Passaremos sim por dificuldades tanto no final da temporada regular, quanto nos playoffs.

O retorno de Shaq e Jermaine pode minimizar os estragos feitos pelas trocas, mas não vai saná-los completamente.
Uma correção no posicionamento de Krstic e uma definição sobre a posição de Green, também ajudaria muito.

Green vem jogando muitas vezes na posição de Ala de Força, posição essa em que sua presença é desnecessária, já que ali atua Glen Davis, jogador que está constantemente tendo seu nome indicado para melhor “sexto homem” da temporada.

O local correto para Green é na reserva de Pierce, mas para isso ele precisa se dedicar melhor ao posicionamento defensivo e estudar melhor o book de defesa celta.

Feito isso, o Celtics já entra no playoff com uma cara bem melhor do que a atual, mas não vamos nos iludir, o caminho será árduo.

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Daniel Emiliano
https://danielemiliano.com.br
Daniel é publicitário, web designer e ilustrador residente em Campinas/SP. Em 2008 uniu paixão e profissão e deu vida a um Blog de notícias e opiniões sobre o Boston Celtics.Com ajuda de outros apaixonados o Blog foi tomando proporções inimagináveis e hoje é este Celtics Brasil, o maior site sobre uma equipe da NBA no Brasil.

23 comentários

  1. Lucas Lemuel

    Falou tutto mas falou bonito.(infelizmente)

  2. Luiz

    De verdade, esse post me deixou mais tranquilo, sério. Se é, apenas, o erro de posicinamento, podemos melhorar(e bastante) com a volta de Shaq. Tudo bem, ele pode não voltar sendo AQUELE SHAQ de anos atrás, mas pode melhorar nossa defesa e ataque com o se posicinamento. Porque, se for, apenas, erro de posicinamento, um pivo que fique sódebaixo do aro, sem se mover, pode melhorar a situação(tá bom, exagerei um pouco).
    Não quero nem o Shaq nem o Jermaine 100%, mas se, cada um estiver 40%, 50%, acho que nossas chances aumentam muuuito.
    Vale lembrar que o KP quase nem jogou essa temporada. Nosso time que dava gosto de ver era com o Shaq.
    Vamos torcer, agora, pra saúde do Shaq e do J.O.

  3. Liu

    Outra excelente máteria do site, parabéns.
    E é isso ai mesmo, o estilo de jogo do kristic atrapalha a forma como o Celtics está acustumado a jogar, não sei se ele consegue jogar no garrafão, postado mesmo ele fez contra o Bucks e deu certo, não sei porque não o fez mais.

  4. Ever

    Excelente análise Daniel.

    E eu estava muito confiante para o título.

    Pra mim Danny Ainge deveria ser mandado embora ainda hoje. O que ele fez não merece perdão.

  5. Rafael Forner

    “De fato o Celtics passou por problemas duas vezes com esse tipo de situação, uma vez contra o Heat onde Chris Bosh fez 24 pontos com um ótimo aproveitamento de 8/11 e outra vez contra o Magic onde Ryan Anderson saiu do banco de reservas para fazer 16 pontos, sendo 12 deles por intermédio de cestas de 3 pontos ”

    Afirmar que isso foi o motivo pro Ainge fazer a troca, acho meio estranho, a não ser que se seja do meio dos cartolas Celtas … impossivel saber o pq da troca e mto menos exatamente o pq como vc disse.

    • Forner, não sou eu que estou afirmando isso.
      Foi o Ainge que numa entrevista logo após a troca, afirmou isso.
      Que ele se preocupava com esse tipo de jogada nos playoffs, e queria arrumar uma solução para ela.

      • Rafael Forner

        Mas vc acha que simplismente porisso ele fez a troca ?

        somente porisso ?

        num é mto pouco Dani ?

        • Eu acho que foi somente por isso mesmo.
          Porque outras explicações simplismente não fazem sentido

          – Perkins tinha relacionamento de IRMÃO com os jogadores e treinador, portanto, indiciplina não foi

          – Perkins não pediu muito pra renovar, alias, ele não pediu nada, apenas recusou a unica proposta que teve, que ao meu ver, era MUITO abaixo do que ele merecia. Portanto, dificuldade em negociação, não foi.

          – Perkins está a 3 anso an equipe, portanto o Celtics podia utilizar a “Larry Bird exception” que permitiria renovar com ele por QUALQUER VALOR, e esse valor não seria computado no cap. Ou seja, problema com CAP extourado, não foi.

          – Perkinssó se machucou UMA VEZ em 7 anos de Celtics. Ou seja, jogador com problemas fisicos recorrentes, ele não era.

          Então resta o que ?
          Só o que o Aainge falou.
          Trocou por opção tatica
          opção MUITO ERRADA, ao meu ver.

  6. Jorge Luiz Filho

    Como o Danny Ainge que fazer essas trocas pensando no estilo de jogo celta ? Ele não é o treinador, e será que pelo menos fez alguma reunião com o Doc Rivers ?

  7. Rafael Forner

    Sabe o que me intriga Daniel, fizemos 5-0 apos a Trade …

    Como podemos jogar tao bem os 5 primeiros jogos e depois cai desse jeito ?

  8. Thiago Reis

    Muitas coisas me intrigam:
    Porque isso não nos afetou praticamente metade da temporada (tempo q o KP ficou de fora)?
    Porque ninguém leva em consideração o fato de que o KP não estava aceitando a renovação, essa buscada pelo celtics(ainge) algumas vezes durante essa temporada?
    Talvez uma troca diferente devesse ser tentada, adquirindo um pivo com características mais parecidas com o KP, lembrando q tem q vir junto um bom ala para a reserva do pierce, alguém tem alguma sugestão?

    Talvez a troca tenha influenciado negativamente sim no time, mas temos q lembrar q esse time está nas últimas temporadas, DEVEMOS SIM evitar q uma nova “era 90/00” assombre o Celtics, temos q pensar no futuro, pois sem renovações vejo um futuro muito negro pros greens.

    • Ainge só procurou Perkins para renovar UMA unica vez, e lhe ofereceu um salário praticamente igual ao que ele tinha.
      Poxa, o cara provou seu valor nos ultimos anos, se mostrou um dos melhores pivôs defensivos da liga.
      Perkins agiu CERTO em recusar, eu também recusaria no caso dele.

      Se Ainge tivesse dado feito uma nova proposta depois, com um pequeno aumento de 10%..15%..ele iria aceitar.
      mas não, Ainge nunca fez isso.

      E dizer que não tinha CAP não é desculpa, porque o Perkins está a mais de 3 anos no clube e por isso poderiam usar a “Larry Bird exception”, que poderiam renovar com ele por QUALQUER VALOR, e esse valor não seria computado no nosso CAP

  9. Danilo Jeolás

    Daniel, muito boa sua análise. Mas a pergunta que o Forner fez é a que eu tenho feito constantemente… Fizemos 5 x 0 no pós-trade.

    E não acho que Kristic esteja jogando mal. Não fez grandes jogos, mas não comprometeu, agora claramente é um pivô da escola dos Balcãs como bem destacou.

    Com a volta dos O’Neal, o time muda. E acredite, a atual formação vai encaixar bem contra Knicks e Heat, prováveis adversários. Mas continuo com a minha opinião que postei na Comunidade, além dos motivos já citados, Ainge contava com Dalembert.

    E por fim, concordo contigo. Doc tem que acertar o posicionamento do Green e utilizá-lo para descansar The Truth. Ele fará isto nos Playoffs.

    • As vitórias seguidas após a troca ocorreram porque pegamos times fracos ou que também estavam em período de mudança, como o Jazz, que tinha perddo Deron Willians

      E naquele momento eu ja alertava para os problemas na marcação.

  10. Wesley Lacerda

    Acho que Doc está consertando esse time aos poucos,pois Krstic já provou que pode jogar no estilo de jogo do Celtics, Como foi contra o Bucks e já jogou assim no thunder

  11. Icaro Dos Santos Dias

    Baita texto do Daniel arrebentou, a coisa ta feia mas temos que acreditar no 18º, pior contar com o Shaq e o Jermaine vai ser dificil, e encarar HEAT e Bulls como estamos, sem duvidas termos que rezar muito para passar

  12. Anderson Tomás

    O Krstic tem outras características isso é claro, mas é muito bom jogador, estamos sentindo falta dos Big Men´s ( Shaq e Jermaine) isso também é um fato. Nosso problema é que alguns jogadores não estão bem na rotação ofensiva e isso também é óbvio. Não entendo essa necessidade do site de falar que as trocas foram ruins, e vê apenas a questão dos “nomes” e não do que envolve as trocas, o que está em torno ( CAP, renovações de contrato, renovação da equipe etc…).
    A fase não é boa não, não sou maluco. Mas continuo acreditando nessas trocas. Nos últimos anos, fomos campeões, perdemos uma final no sétimo jogo, e outro por contusões de jogadores, o Ainge não pode ser tão descartável assim.

  13. Vinicius

    o kristic MUITO bom jogador é brincadeira né…

  14. Alefe Miranda

    ta na hora do Rasheed voltar ….

  15. Gabriel

    Na moral vei eu até curto o jogo do Krstic,mas trocar Perkins por ele foi burrice.
    Perkins,com sua força física e energia,fazia todo trabalho sujo do garrafão.E essa era
    uma característica que fazia dele um titular,apesar de nao ser pontuador constantemente.
    Mesmo com o posicionamento certo,infelizmente,o Krstic nao fazer fazer o que Perkins
    fazia,e o time sofrerá com isso concerteza.

  16. Danilo Jeolás

    Não dá para julgar tanto o Kristic, estava só no garrafão. Com a volta dos O’Neal a coisa muda. Ó time vai subir no momento exato.

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