Vale a pena ser vilão

Família Ball

O título do artigo é forte e tenho certeza que os mais puritanos já estão com duas pedras em suas mãos, preparados para colocarem suas críticas ao final do artigo, mas vamos com calma, que ao longo do texto vocês entenderão onde quero chegar.

Estou escrevendo esse artigo por conta de toda a polêmica geradas por LaVar Ball, ex jogador e pai de três jovens talentos do basquete mundial, entre eles Lonzo Ball, um dos principais atletas do próximo Draft da NBA e que pode ser escolhido pelo Boston Celtics.

Se você esteve viajando para outro planeta nas últimas semanas e não conhece LaVar Ball, segue algumas das célebres frases do falastrão:

– Eu “mataria” Jordan em uma partida um contra um.

– Lonzo Ball já é melhor do que Lebron James e Stephen Curry.

– Lonzo vai superar Magic, ele é o “Magic com arremesso”

– Meus filhos não vão assinar com Nike ou Adidas. Temos nossa própria marca e se alguém quiser fechar um acordo conosco terá que desembolsar algo em torno de UM BILHÃO! (entre outras baboseiras)

Com a aproximação do Draft, cada dia mais LaVar vem tendo espaço em redes de TV para propagar seus devaneios, e muitas pessoas começam a achar que toda essa insanidade pode atrapalhar a carreira de seu filho, até fazê-lo cair nas escolhas do Draft.

É comum em debates sobre o assunto você ouvir frases como:

– Ele está fazendo um marketing negativo

– Ele está colocando pressão em seu filho e não sei se esse vai aguentar

– Lavar está estragando a carreira e o futuro de seus garotos

Trabalhando no mercado publicitário há mais de 15 anos, aprendi que nem todo “marketing negativo” gera perdas, ainda mais no mercado esportivo.

Ser polêmico e atrair para si a fama de vilão tem sido o motivo do sucesso financeiro e profissional de muitos atletas em diversos esportes, e vou citar três exemplos abaixo:


Felipe Melo

Apontado como jogador desleal e rotulado como maior vilão do Brasil na eliminação frente a Holanda na Copa do Mundo de 2010, onde cometeu o primeiro gol contra brasileiro em um Mundial e, em seguida, foi expulso por uma agressão em Arjen Robben.

Acumulando agressões, expulsões e confusões nos clubes por qual passou, Felipe Melo virou sinônimo de jogador indesejado no Brasil e chegou a figurar em listas dos “piores atletas a defender a seleção”, um senso comum até injusto, já que, dentro de campo, Felipe correspondeu por onde passou.

Eis que um dia, o Palmeiras anunciou a contratação do atleta, e uma bomba explodiu nos noticiários. Torcedores de outros times pararam para assistir a entrevista do sempre polêmico atleta, e a frase “vou dar tapa na cara de uruguaio” estampou manchetes por mais de uma semana.

Qualquer programa de TV que conte com a presença do atleta é sucesso de audiência, e suas camisetas rapidamente alcançaram o patamar de mais vendidas pela torcida do Palmeiras.

O seu primeiro gol pela equipe deixou claro o quanto o volante se tornou ídolo instantâneo da torcida palmeirense, e o retorno financeiro com marketing do atleta e do Palmeiras só cresce.


Luis Suárez

Luizito sempre foi um atleta controverso e com atitudes dignas de vilão.

Durante a Copa do Mundo de 2010, o uruguaio, ainda com 23 anos de idade, já era destaque na Holanda, jogando pelo Ajax, mas ainda estava longe de ter o destaque mundial que possui hoje.

Tudo mudou em uma partida contra Gana, válida pelas quartas de final da Copa, quando Luizito salvou o Uruguai nos acréscimos ao “defender” um chute com as mãos de forma proposital, o que causou sua expulsão, a indignação dos adversários e segundos depois a eliminação de Gana, que desperdiçou o pênalti.

Em um torneio com forte apelo pelo Fair Play, Suárez rapidamente foi julgado como um vilão, mas curiosamente em paralelo a isso, se tornou herói de muitos entusiastas do futebol e seu destaque mundial cresceu.

A partir desse ponto, sua carreira decolou de vez, muito pela sua capacidade técnica, é claro, mas é inegável que o episódio o colocou mais no radar e na mídia do que antes. Com o tempo, Suárez foi acumulando mais e mais casos de polêmica, como o caso de racismo contra o lateral francês Patrice Evra e a mordida em Branislav Ivanović.

Veio a Copa do Mundo de 2014 e uma nova mordida, agora no italiano Giorgio Chiellini, rendeu ao atacante uma suspensão de quatro meses e a rescisão de contrato com a Adidas. Prejuízo financeiro? Pelo contrário.

Dias depois, Luizito assinou com a Negresco, que fez uma campanha de marketing fornecendo ao uruguaio “algo melhor para ele morder” e, em seguida, após a poeira baixar, a Adidas voltou atrás e manteve seu contrato com o atleta, contrato esse que sofreria um reajuste financeiro gigantesco um período depois.


Conor McGregor

Para finalizar, vamos com o exemplo de Conor McGregor, que é o caso que mais se assemelha a LaVar Ball.

“Notorious”, como gosta de ser chamado, fez sua fama de vilão de forma diferente aos outros dois citados. O irlandês criou um papel quase que teatral para si mesmo e encarna esse personagem em toda entrevista para criar polêmicas, atrair mídia e criar a ira de seus adversários.

Tais atitudes criaram uma polarização na base de fãs do UFC e não existe quem seja indiferente ao atleta, Conor é um cara que você ama ou odeia, e essa base de fãs que o odeiam e que é muito grande, não o prejudica financeiramente, pelo contrário, só gera mais lucro para o atleta.

Os “haters” são responsáveis por grande parte da venda de pay-per-view de suas lutas, pois querem a todo custo presenciar a derrocada do falastrão e se deliciarem com sua tragédia.

Lutadores mais reservados e “boa praça” não alcançam nem de perto os lucros de McGregor, basta ver José Aldo, que foi campeão invicto da divisão por anos e nunca recebeu contratos minimamente comparáveis com o Irlandês.


Conclusão

LaVar sabe que a polarização de opiniões, se bem-feita, pode aumentar especialmente os ganhos com publicidade, e está colocando seu plano em prática de maneira quase que genial até o momento.

O “paizão” está criando um “marketing negativo” para si mesmo e atraindo indiretamente muita atenção para seus filhos, que não se envolvem nas polêmicas e se dedicam ao que sabem, que é jogar basquete.

Lonzo é um dos melhores jogadores da NCAA e teria seu destaque nos noticiários de qualquer forma, mas e os dois irmãos (Lamelo e Liangelo)? Qual a probabilidade de você já estar de olho nesses garotos a esse momento se seu pai não estivesse tendo todo esse espaço na mídia?

Quantas matérias você lê sobre Lonzo e quantas você lê sobre Fultz, Jackson e companhia?

Colocar um produto em evidencia é o segredo para o sucesso financeiro, e não tenha nenhuma dúvida que a esse momento as marcas esportivas estão muito mais dispostas a liberar uma alta verba de patrocínio a Lonzo do que a qualquer outro garoto desse Draft.

Muito se fala sobre a pressão que LaVar pode estar colocando sobre Lonzo. Minha opinião sobre isso é que todo atleta top-3 de Draft já tem a pressão sobre seus ombros, independente do que seu pai diz ou não para a imprensa, então não vejo como tais declarações podem aumentar essa pressão e prejudicá-lo em algo. Aliás, eu acho que todos os garotos da família sabem que o que seu pai está fazendo é marketing. Esse assunto deve ser discutido constantemente em casa, de forma que os garotos pouco devem se importar com o que é dito, sabendo que tudo não passa de uma estratégia de divulgação.

Por fim, para aqueles que acham que a posição no Draft de Lonzo pode sofrer uma queda por conta do seu pai, esqueça isso. Sam Amick, do site USA Today Sports já fez uma pesquisa com diversos GMs da liga e a resposta que teve foi quase que unânime de que os gerentes não se importam com as declarações da família e de que não acham inteligente passar a escolha de um grande talento por conta de coisas tão pequenas como essa.

Então por fim, reitero o que disse no título:

– Ser vilão vale a pena, pelo menos no mundo do marketing!

Daniel Emiliano
Daniel Emiliano
Daniel é publicitário, web designer e ilustrador residente em Campinas/SP. Em 2008 uniu paixão e profissão e deu vida a um Blog de notícias e opiniões sobre o Boston Celtics. Com ajuda de outros apaixonados o Blog foi tomando proporções inimagináveis e hoje é este Celtics Brasil, o maior site sobre uma equipe da NBA no Brasil.

23 Comentários

  1. Paulo Sérgio disse:

    Na NBA esse tipo de interferência não é tão comum. A questão é ver como o Lonzo irá reagir.
    Quanto a sua escolha, eu ainda escolheria ele na posição 5 (podem me chamar de louco)

    Fultz
    Tatum
    Josh Jackson
    Fox
    Lonzo

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  2. Raphael disse:

    Eu espero sinceramento que o Boston não acabe ficando com esse Ball. O moleque é bom, mas, com tanto barulho da mídia e desse pai lokão, realmente pode ser que o garoto esteja recebendo mais atenção do que realmente merece. Josh Jackson é muito mais interessante, sem falar no marquelle Fultz (claro)!

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  3. Raphael disse:

    Josh JacKson tem muito mais potencial que o Tatum!

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  4. Raphael disse:

    A minha seria essa aqui:

    1.Marquelle Fultz
    2.Josh Jackson
    3. Lonzo Ball
    4. Tatum
    5. Isaac
    6. Fox

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  5. Mauricio Green disse:

    Eu não vou tão fundo no basquete universitário, então acho q não devo opinar nesse mock . O q vejo é simples, se optarmos por ficar com a pick vamos por uma via mais longa e tentar preparar uma dinastia. Se formos de troca pegamos o caminho mais curto e vamos lutar pelo título já na temporada q vem.

    Isso vai depender muito da sorte no sorteio do draft e dos negócios q estarão disponíveis no próximo verão.

    Minha preferências:
    1- P Gorge em uma troca (se ele se comprometer a assinar uma renovação). Envolvendo a pick e mais asset,s algo como: Crowder e/ou Smart e/ou AB + Rozier, etc…. Isso dependo de q pick teremos. Esse caso vale para o A Devis também, mas sei q esse é apenas sonho….
    2- Assinar com o Gordon e manter a pick.
    3- Assinar com o Griffin e manter a Pick.
    4- Fazer uma troca
    pelo Buttler envolvendo e pick + algo…..

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  6. Lucas Oliveira disse:

    Concordo com o Daniel, minha mulher é publicitária e com o tempo acabei aprendendo com o assunto e trabalhando com ela.
    Isto é ainda mais comum hoje com advento dos blogs, vlogs e redes sociais, onde ter uma legião de “haters” é até benéfico, o que gera uma porção de lixo gerado para criar polemicas.

    Outro bom exemplo que ficou de fora foi do excelente texto é o fanfarrão Chael Sonnen. Cito ele porque apesar de um grande lutador, nunca foi um lutador a altura do que falava, mas se colocou em evidência. E aqui está um ponto que queria colocar, este tipo de marketing gera um retorno enorme em pouquíssimo tempo, mas primeiro, se você fala e não rende a altura, você pode matar oportunidades no futuro. E segundo, é uma estratégia pontual, se você não dá um tempo para descansar a imagem (próprio McGregor tem dando uma segurada nas polêmicos), uma hora as pessoas param de te ouvir.

    Há um limite no entanto, que não estou certo se o pai do Lonzo tem consciência. Isso tem de ser feito dá porta do time para fora! Jamais dá porta para dentro, especialmente em time de basquete onde a interdependência dos companheiros de equipe é tão latente. Não são poucos os casos de grandes jogadores que nunca foram campeões por falta de coletividade.

    Sem dúvidas estas questões passam na cabeça dos times que pensam em recruta-lo.

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    • Sim Lucas. O caso do Sonnen estava no meu texto inicialmente, mas eu tive que remover pois o artigo estava ficando grande de mais…hahah

      Sonnen é o mesmo caso de encenação teatral do McGregor só que com bem menos talento.

      Note no entanto que mesmo não sendo um atleta de elite, Sonnen fez mais dinheiro do que 90% dos caras do UFC, só na base da encenação de vilão.

      Conseguiu até disputa de títulos, sem ter feito muita coisa por merecer dentro dos ringues.

      Ao chegar no UFC, fez 4 lutas (perdendo uma delas) e já foi pra disputa de cinturão.

      Perdeu, caiu no dopping, foi suspenso, retornou, ganhou mais duas lutinhas e já teve direito a disputar em seguida mais dois cinturões. O da sua categoria e o da categoria de cima…hahahahah

      Quer prova maior do que essa que ser vilão compensa? kkkk

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  7. Raphael disse:

    Legal essa sua analise Mauricio.

    Pena que parece que não há garantias d que o Paul George se comprometeria a assinar com o time. Nesse caso, manter a pick vale muito mais, principalmente porque os prospectos bem promissores. Eu ouvi dizer que, no pior das hipóteses, o Boston terminaria com a 4 escolha. Alguém aqui sabe?

    (Se o gordon fechasse seria uma boa, apesar do caminhão de dinheiro)…

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    • Marco Ferreira disse:

      Nas condições atuais sim Raphael, se o Nets terminar em último, cada posição que o Nets ganhar a garantia também aumenta uma posição.
      Exemplo se o Fakers terminarem em último nossa garantia via a 5º escolha, e por ai vai.

      Lembrando que com o sorteio podemos sempre ser os primeiros.

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  8. Fui questionado no Facebook pelo “Marco Fernandes” se eu não achava a tática do LaVar muito arriscada e se ele não poderia queimar seus filhos com ela.

    Minha resposta foi a seguinte:

    —————————————————————-

    “Mas essa é a grande cartada do LaVar.
    Ele está chamando a polemica pra si mesmo.
    Ele faz um marketin negativo pra ele mesmo.

    Os filhos ganham destaque com isso, mas por tabela.

    Então se esse marketing todo começar a dar errado, os filhos vem a publico e falam:

    “- Meu pai é louco..ignorem ele…. rs” E pronto..ta resolvido…rs

    É uma saída bem mais fácil do que quando o cara faz de si o próprio vilão…rs”

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  9. Fernando C Silva disse:

    Observo que ser considerado “vilão” é uma questão de perspectiva.

    Em certo sentido o pai falastrão está “sacrificando” a imagem em proveito dos filhos (e dele mesmo).

    Em diversas situações pessoas de opinião, dispostas a manter o seu posicionamento ainda que minoritário, são tidas como vilãs.

    O fato é que os polêmicos chamam atenção e despertam paixões (positivas e negativas).

    Falem mal, mas falem de mim.

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  10. Barros disse:

    Belíssimo texto Daniel, parabéns! Agora, estou me preocupando com esse Nets, pois está ganhando jogos e os amarelinhos estão empurrando derrotas. Se não ficarmos com a pick 1, oq é bem provável, eu trocaria a pick 2 ou 3 por algum all star.

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  11. Renato TD disse:

    Não se preocupe mais com o Lakers pois eles vão ficar em último, mas sim se preocupe com o Suns que pelo jeito também vão perder todas. Provavelmente ficaremos com a terceira pior campanha

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  12. Bruno Chaves disse:

    Tenho um certo receio quanto ao lonzo, não por todas as besteiras que seu pai fala, mas Lavar já deixou claro que quer que Lonzo jogue pelos Lakers, não necessariamente seja escolhido no Draft por eles e jogue a vida inteira lá, mas que em algum momento quer que Lonzo jogue em L.A e isso pode ser perigoso, pois quem garante que logo em sua primeira free agency ele não irá deixar Boston e mudar para Los Angeles ? É arriscado colocar nosso futuro nas mãos desse garoto, mesmo me impressionando mais e mais a cada jogo, com a maneira que joga, tenho receio.

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    • Todo Rookie ao fim do contrato, vira FA Restrito.
      Ou seja, o Celtics teria direito a cobrir qualquer proposta.

      Sendo assim, Ainge selecione o Lonzo e queira contar com o atleta por um longo período, o regulamento da a ele a possibilidade de segurar o garoto por PELO MENOS 8 anos.

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  13. drakes disse:

    Achei ótimo o artigo, o Lavar Ball é um artista, tanto que grande parte das frases da semana foi no programa do Stephen A. Smith que também é outro.

    As histórias sobre o Lonzo pessoa é que ele treina duro, ele próprio subiu o tom das “insanidades” com a ascensão do Magic a Presidente de Operações do Lakers, ele sabe que se um jogador tornar-se o escolhido dele (Magic) e corresponder em quadra, os ganhos financeiros serão enormes, como bem é colocado pelo Daniel.

    Eu não duvido que tenha escritório de marketing por trás, já que só falam nos Balls para sorte do Josh Jackson que já fez bobagem extra quadra.

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  14. Marcos disse:

    Clara jogada de marketing, praticamente implorando pro filho ser draftado pelo Lakers.

    O fenômeno descrito pelo Daniel seria “hypar” (de colocar “hype”) em uma mercadoria que vc quer criar demanda (ou draw attention).

    Você pode hypar um produto (shakes emagrecedores), hypar um jogador (caso citado) e até mesmo hypar um assunto científico (climate change).
    E você faz isso expondo o assunto ao máximo.
    Se elogiando ou denegrindo não importa, o importante é a exposição.

    Agora, verdade seja dita, quase o draft INTEIRO é hypado.
    Basta UM único jornalista mais ou menos incluir o jogador no top 5 do seu mock e lá vai a TV cobrir todos os jogos da universidade e youtubers fazerem compilações e “scouters” listarem fraquezas e defesas (ainda me lembro dos vídeos do Smart – grande pontuador).

    Quem deveria separar o joio do trigo seriam os nossos scouters (que inveja dos Spurs, Oklahoma e Bucks nesse quesito), que tem feito um trabalho sem muito destaque.

    Por fim, eu não gostaria que draftassemos o Lonzo.
    Acredito que a relação dele com a imprensa bostoniana será difícil (imagina em Salt Lake City ou San Antonio) e não o vejo com o perfil work-a-holic celta.

    Deveria ser um provérbio fakerino: “Quem Michael Jordan deprecia, O.J. Mayo (ou Nick Young) se torna”.

    []s verdes

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    • Pelo que é dito pelos jornalistas que o cobrem, Lonzo é um dos caras que mais treina e busca corrigir suas falhas, entre os atletas do Draft.

      Então se vc quer o perfil work-a-holic celta”, você não tem o que reclamar dele.

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  15. Eu não quero Lonzo em Boston, porque acho o Fultz melhor e o Jackson semelhante em qualidade.

    E como já temos o Thomas de PG, se ficar entre Jackson e Lonzo, obviamente escolherei o primeiro, pra dar um encaixe melhor no time.

    Mas se da uma merda na loteria, caímos pra terceiro e Fultz e Jackson saiam antes, daí não tenho o menor problema em pegar o Lonzo…heheheh

    Porém, nesse caso, trocar o Smart vira meio que obrigação.

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  16. David Pires disse:

    Seu pai deixou claro o desejo de Lonzo ser faker , e está claro que essa será a opçao de magic se o sorteio para o draft assim o permitir. Agora no que diz respeito á ética de trabalho do moleque nao há nada a duvidar , ele é referenciado como um cara que trabalha bastante e como lider e motivador de balneário. Acredito que seja referenciado como n1 no draft , penso que a vantagem sobre o fultz, apesar do enorme talento , se deve á vantagem fisica e de estatura , numa altura em que predomina na NBA um tipo de jogo small line é vantajoso ter guards que possam defender varias posiçoes , lutar por rebote, etc… Apesar do seu enorme talento é necessario relembrar que thomas por via do seu tamanho sofre na parte defensiva apesar do sua enorme entrega. Em relaçao ao desejo de jogar pelos fakers , caso seja selecionado pelo celtics temos a vantagem de o poder segurar durante 8 anos , e aí acredito que o cara ja estara a sangrar verde , nao deixa de ser caricato e engraçado que tanto pierce , tal como thomas , adeptos lakers se tenham tornado idolo da torcida verde e eles tambem virado celta de coraçao , Lonzo seria apenas mais Um.

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  17. Renato disse:

    Não vou entrar em discussões técnicas, pois não tenho conhecimento para tal, como leigo não me agrada esse tipo de exposição, porque se por um lado chama visibilidade, por outro joga uma carga muito grande de pressão em torno do atleta. Em termos de draft, estou com o Daniel, se for para pegar o Ball, apenas após Fultz e Jackson.

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