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Kings 93 x 104 Celtics

Mesmo depois de perder fôlego na briga pela liderança da Conferência Leste e sofrer com vários desfalques, o Boston Celtics mantém o alto nível na temporada 2017/2018 da NBA. Em seu segundo duelo consecutivo como visitante contra equipes da Conferência Oeste, disputado na noite deste domingo (25), o time verde e branco de Massachusetts confirmou o favoritismo e derrotou o já eliminado Sacramento Kings por 104 a 93 no Golden 1 Center. Foi a segunda vitória do Celtics sobre a equipe californiana nesta edição da liga.

Pedindo passagem e respeito, o armador Terry Rozier foi o protagonista na vitória celta em Sacramento. Substituindo mais uma vez o lesionado Kyrie Irving, Rozier foi o cestinha do time verde e branco e registrou a sua melhor marca na carreira, com 33 pontos. O armador acertou 12 arremessos em 16 arremessos, com 8-12 nos lances de três pontos. De volta ao quinteto titular do Celtics após duas semanas no protocolo de concussão, o ala-armador Jaylen Brown também foi peça decisiva, anotando 19 pontos em 25 minutos. O pivô Al Horford, por sua vez, contribuiu com 14 pontos e oito assistências.

Pelo lado do Sacramento Kings, o destaque foi o ala-armador Buddy Hield, que saiu do banco de reservas para anotar 21 pontos, maior marca de sua equipe na partida. No quinteto titular, o ala-pivô Skal Labissiere e o pivô Willie Cauley-Stein anotaram 14 pontos cada. Maior esperança do Kings, o armador De’Aaron Fox teve uma partida discreta, marcando apenas 11 pontos em 26 minutos.

Com quatro vitórias nos últimos cinco jogos, o Boston Celtics permanece na briga pela primeira colocação da Conferência Leste. Atualmente, o Alviverde ocupa a vice-liderança, com 50 triunfos em 73 partidas e 68,5% de aproveitamento, atrás apenas do Toronto Raptors, que tem quatro vitórias e um jogo a mais. Já o Sacramento Kings, que não tem mais chances de classificação para os playoffs, ocupa a modesta 12ª colocação da Conferência Oeste, com 24 vitórias em 74 jogos e 32,4% de aproveitamento.

O Boston Celtics terá pouco tempo para comemorar a vitória sobre o Sacramento Kings ou mesmo descansar, pois já volta à quadra na noite desta segunda-feira (26), para encarar o Phoenix Suns. O duelo entre Suns e Celtics começa às 23h (horário de Brasília) e será disputado na Talking Stick Resort Arena. Já o Kings recebe o Dallas Mavericks nesta terça-feira (27), no Golden 1 Center.

Destaques do Kings

Buddy Hield (21 pontos e seis rebotes)

Willie Cauley-Stein (14 pontos e seis rebotes)

Skal Labissiere (14 pontos e cinco rebotes)

Destaques do Celtics

Terry Rozier (33 pontos, cinco rebotes e cinco assistências)

Jaylen Brown (19 pontos e dois rebotes)

Al Horford (14 pontos, oito assistências e cinco rebotes)

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Gustavo Arruda
Gustavo, 28 anos, é maranhense de São Luís, jornalista formado pela UFMA e repórter do Imirante.com. Fanático por esportes, principalmente futebol e basquete, é torcedor celta desde 2003, quando ouviu pela primeira vez o TD Garden lotado entoando "Let's go, Celtics!", e escreve no Celtics Brasil desde julho de 2011, com mais de 1.700 textos publicados. Nas horas vagas, é goleiro, armador, tio do João Gabriel e da Alice, e também dá seus pitacos sobre o maior campeão da NBA no Twitter: @gustavoarruda01.

2 comentários

  1. Celso Cachali Jr

    Bom ver o rozier chamando a responsa, se ele distribuísse mais o jogo é jogador para ser titular.

    Jogando do jeito que ele está jogando se evoluir mais o seu jogo de visao de jogo pode vir a ser all star… Pois sua defesa já é acima de media.

  2. Lucas Oliveira

    Estava com medo do que aconteceria com o Brown nesta volta (queda séria, mãe pedindo para ele não enterrar mais, ele com uma ou outra declaração receosa dele, etc) e o começo de jogo me assustou porque ele estava sem foco, evitando o contato e reagindo demais a qualquer esbarrão que tomava. Por sorte, parece que no terceiro período ele começou a se soltar mais e a ganhar confiança.

    Ainda há muito o que evoluir, em especial na defesa (geralmente excepcional) que estava bem perdida ontem, mas acho que é uma questão de ritmo de jogo.

    De qualquer forma, ainda quero ver ele cravando com toda a força e gritando como fazia antes, se ele tirar ou minimizar isso no jogo dele, ele nunca vai se tornar o jogador que pode ser. O que aconteceu foi horrível, poderia ser pior, mas a pior coisa que pode acontecer com um atleta é se segurar com medo de acontecer de novo.

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