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Jogo 3 – Heat 106 x 117 Celtics

O Boston Celtics enfrentou, na noite deste sábado (19), o Miami Heat, em duelo válido pelo terceiro confronto da série de finais da Conferência Leste. Mesmo aterrorizado por duas derrotas melancólicas em sequência, o alviverde de Massachussets, premiado com o retorno do ala Gordon Hayward, foi superior durante grande parte da partida e garantiu seu primeiro triunfo diante do time de Erik Spoelstra por um placar de 117 a 106.

Precisando de uma vitória para manter-se vivo na série, o Celtics foi deveras efetivo no início do embate. O time comandado por Brad Stevens pareceu bastante seguro psicologicamente e fez boas escolhas durante a primeira metade do período. Agressivos, Marcus Smart e Jaylen Brown, que protagonizaram o confronto calorento no vestiário alviverde após a segunda partida, comandaram as ações da franquia de Massachussets e, optando por um jogo mais consciente, deram trabalho ao Heat com infiltrações bem sucedidas. No final do primeiro quarto, Gordon Hayward, retornando a equipe após 1 mês longe das quadras, cadenciou o ritmo e teve êxito atuando como um playmaker, função que desafoga Kemba Walker e dá maior variedade e amplitude para o esquema do Celtics. Os 12 minutos iniciais não foram positivos para Erik Spoelstra e seus comandados. O ótimo aproveitamento celta e a inteligência na seleção de jogadas garantiram ao Boston Celtics uma vantagem animadora de nove pontos.

Voltando a utilizar, no começo do segundo quarto, a defesa zona, o Heat novamente imprimiu dificuldades ao ataque de Boston, assim como no segundo embate. Pelo lado de Miami, o rendimento ofensivo cresceu e o aproveitamento da equipe no perímetro aumentou. Tyler Herro, pouco acionado nos 12 minutos anteriores, conseguiu uma ótima sequencia de bolas de três pontos e diminuiu a vantagem no placar. A reação alviverde foi instantânea e a dupla Jayson Tatum e Jaylen Brown lideraram uma corrida marcada por mudanças necessárias no sistema defensivo do time de Brad Stevens, que foi ao intervalo vencendo por 13 pontos e esbanjando confiança após um enorme desempenho ofensivo e defensivo. Principal destaque do primeiro tempo, o trio Kemba, Tatum e Brown combinou para 42 dos 63 pontos do Boston Celtics. O aproveitamento de 50% nos arremessos de quadra e os poucos desperdícios de bola provaram a superioridade da franquia verde e branca nos 24 minutos.

O Celtics retornou do intervalo com a mesma postura agressiva do primeiro tempo. O jogo seguiu sendo concentrado nas mãos de Brown e Tatum, mas dessa vez o intenso Marcus Smart, um dos jogadores que mais sentem o que é vestir a camisa alviverde, teve papel fundamental na organização, liderança e, claro, na defesa. Grant Williams substituiu Daniel Theis, poupado com 4 faltas, e surpreendeu positivamente ajudando nos dois lados da quadra. Miami, por sua vez, seguiu apresentando dificuldades para quebrar a linha defensiva de Boston e não conseguiu manter um aproveitamento eficiente. As duas equipes erraram bastante no fim do terceiro quarto e a partida ficou extremamente truncada. O maior campeão da NBA escolheu muito mal os arremessos nos minutos finais e, mesmo desperdiçando demasiados ataques, aproveitou um Heat ainda desligado e ampliou a vantagem para 15 pontos.

O início do período final foi, talvez, o momento mais parelho de toda a partida. O destaque ficou por conta da defesa de ambas as equipes, que se sobressaíram perante aos ataques inconsistentes. Ao longo do último quarto, Heat tentou repetir a mesma narrativa dos últimos dois jogos e até chegou a esboçar reações, que foram devidamente controladas pelo Celtics durante a primeira metade. Os minutos finais foram extremamente agoniantes para o torcedor alviverde. O histórico recente não favorecia em nada o time de Massachussets e uma boa corrida de Miami assustou os mais apaixonados fãs do Boston. O placar, contudo, não foi revertido e os comandados de Brad Stevens controlaram a posse até garantir a merecida primeira vitória nas finais da Conferência Leste.

A dupla Jayson Tatum e Jaylen Brown, que combinaram para 51 dos 117 pontos alviverdes, foram os destaques do Boston Celtics na grande vitória deste sábado. Kemba Walker com 21 pontos e Marcus Smart com 20 também se destacaram. Bam Adebayo, 27 pontos e 16 rebotes, e Tyler Herro, 22 pontos, foram as principais armas ofensivas do Miami Heat em um jogo discreto de Goran Dragic e Jimmy Butler.

As equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira (23). O quarto duelo da série está marcado para as 21h30, horário de Brasília. O Boston Celtics precisará de uma vitória para empatar o placar.

Destaques do Celtics

Jayson Tatum (25 pontos e 14 rebotes)
Jaylen Brown (26 pontos e sete rebotes)
Marcus Smart (20 pontos e seis assistências)

Destaques do Heat:

Bam Adebayo (27 pontos e 16 assistências)
Tyler Herro (22 pontos e quatro assistências)
Jimmy Butler (17 pontos e oito rebotes)

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Diego Marcondes
Paulistano, 16 anos. Torcedor do Boston Celtics desde 2015, sonho em ser jornalista no futuro. Escrevo sobre o basquete do São Paulo no SPFC 24 Horas e sobre NBB no Jumper Brasil.

21 comentários

  1. Fernando Silva

    Não fossem as bandejinhas fáceis que erramos e tivéssemos mais cuidado no Q4 e a vitória seria mais tranquila.

    A equipe é superior.

    Mas não podemos jogar 95%.

    Ou entramos 110% para dominar o jogo inteiro ou podemos perder a série.

    3×1 nos complica.

    2×2 nos leva à vantagem para a sequência.

  2. Marco Antônio de Paula

    Vitória muito importante. Voltamos a jogar bem. Jogamos melhor 2 dia 3 jogos da série. Se não cometer erros bobos, vamos pra cima. Precisamos de inteligência na série.
    Miami vem com uma defesa de zona, espelhando os melhores defensores deles Buttler e Crowder batendo no início do perímetro contra Brown e Tatum. Não adianta Brown e Tatum ficar forçando jogadas ali contra esses caras.
    Miami deixa Adebayo tomando conta do garrafão com 2 caras se pouca defesa ao lado, Robinson e Dragic ou Herro.
    Aí está a chave do jogo. Temos que ocupar esses espaço como o Brown fez em cima do Robinson, deitando e rolando por ali. Não adianta querer atacar Buttler e Crowder. Temos que atacar o ponto fraco da defesa deles.
    Nesse caso precisamos de Kemba e Hayward passando essa bola para colocar Tatum e Brown em mismatch contra esses caras deles piores de defesa.
    Mas temos que tomar cuidado. Spoelstra é um cara inteligente. Ele viu que fizemos 60 pontos no garrafão com esse mismatch. Acredito que ele deve recuar Buttler e Crowder pra defender melhor o garrafão deles.
    Nesse caso nosso jogo fora do perímetro poderá ficar mais fácil. E vamos precisar acertar a mão nas bolas de fora.
    A realidade é que eles tem sempre 2 caras pontuadores em quadra, mas esses caras são deficientes em defesa.
    Temos que explorar isso.

    O jogo é de inteligência.

  3. Marcos

    O time abriu 20 e chegou a ver a diferença em 6.
    Tudo sem timeout.
    Tem que ficar ultra atento, esse time do Miami pune sem piedade (ao contrário do nosso).

    O pulso ainda pulsa.
    Aproveitar a folga e rever o vídeo para perceber que Kanter contribui muito para o ataque a essa defesa zona e que Theis pode evitar sair para fazer dobra.

    Eu gostei da formação com Jaylen no Adebayo.
    Certamente não funcionaria contra Anthony Davis, mas contra Adebayo tem funcionado.

    Aliás, Bam Adebayo é o melhor jogador na série.
    É não arremessa de 3, pasmem =)

    Abs verdes,

    • “Ao contrário do nosso”
      Os caras deram uma simples desatenção e a gente roubou 3 bolas seguidas em 30 segundos, garantindo 7 pontos seguidos.
      Não punimos eles?

      Aliás, nesse mesmo momento, o Celtics fez 13-2 e o Spoletto também não pediu tempo.

      Vocês tem que entender que o número de tempos é limitado, e em playoff é preciso guardar ao menos uns ddois pedidos de tempos até o final, para caso o jogo seja decidido nas últimas posses.

      • Marcos

        Daniel, cansei de ver Gregg Popovich pedindo dois timeouts seguidos no 3o quarto em Finais e Semi.

        Na entrevista depois de um dos jogos ele disse, não adianta quardar timeout e não ter jogo no final (vide quarto 3 jogo 2).

        Além disso, se o jogo chegar pau a pau no final o outro técnico vai pedir tempo.

        Sobre punir o Heat, gostaria de destacar a sequência de bandejas perdidas em fast break no 4o quarto tb. Facilmente superam os 7 pontos no final do 2o quarto contra os reservas do Heat.

        Tem vários jeitos de jogar esse jogo, negligenciar um ou outro só por não gostar… ou por medo de tomar bola de 3… Me parece ser o caminho para terminarmos no xiitismo de jogo estilo Dantoni.

        O pulso ainda pulsa.

        Abs verdes,

      • R2

        Marcos certamente está entre os caras mais críticos quanto a atual gestão dos verdes nesse blog, é daqueles torcedores exigentes que gostaria de ver o time jogando com um time mais pesado, com a faca nos dentes.. e por mais que também gosto do jogo mais pegado, mas entendo que desde que alteraram a regra da NBA, punindo o Hand-checking o jogo ficou muito mais frouxo do que estávamos acostumados.

        Acho que é quase unânime o que ele diz sobre Stevens muitas vezes perde o timing de parar o jogo e esfriar as ofensivas do time adversário (nesse jogo especificamente não nos custou a vitória, mas isso aconteceu em muitas outras partidas que pareciam ganhas).

        Também vejo como ele que a NBA nos mostra que há sim formas de usar bem jogadores fortes que não espaçam a quadra, Adebayo, Gobert são bons exemplos disso, mas entendo que esse não é o estilo de um time que escolheu jogar small ball como é o caso do boston, e hoje estou satisfeito com o jogador que Theis se tornou, mesmo sendo limitado em tamanho e habilidade ofensiva. Acho que RW pode ser o protetor de aro que precisamos vindo do banco, nas situações que isso se mostra necessário, mas só quando e se ele melhorar sua leitura das rotações defensivas e seu ímpeto em tentar o toco, quando o bloqueio é a opção mais segura.

        Enfim por mais que seja “ranzinza” (com todo respeito.. rsrs), Marcos tem razão em suas reclamações, Stevens é um bom técnico, mas tem muito espaço para crescer, e como torcedores, queremos o time celta no topo e não em um processo de crescimento que nunca o leva ao lugar onde deveria estar, principalmente agora, que vemos LAL chegando a um eminente título com Davis, o jogador mais cobiçado pelos celtas nos últimos anos e que DA não conseguiu recrutar!

        • Ontem o AD mandou uma pera congelada com 2.1 no Nuggets.
          Deu até dó – Esse time do Denver é esforçado pacas, mas o Clippers é que seria o adversário ideal dos roxinhos.
          A diferença física é muito grande.
          Lá deve ser varrida.

          R2 também acho que o Theis tem feito um trabalho bem decente e cresceu muito.

          Não quero antecipar nada com relação aos nossos maiores rivais – Embora já dê para perceber o tamanho do problema.

          O foco agora tem que ser 120% no Heat.
          Temos mais time que os caras, precisamos fazer isso valer em quadra.
          E, também, podíamos ter um pouco mais de sorte.

          Abs verdes,

        • Marco Antônio de Paula

          R2 respeito muito a sua opinião e até entendo seu ponto de vista.Mas acho que tudo tem que ter um meio termo. Vejo atualmente a NBA cada vez mais física. Visto as Ultimas 2 escolhas de MVP. Small Ball na essencia na palavra não leva a título. Maior exemplo disso éo Fracasso de Houston. Quem nem o Tecnico resistiu a esse estilo de jogo.

          Há mas GSW foi Campeão no Small Ball. Não é bem assim. GSW tem um Durant que defende várias posições. Além de ter um Green que é um monstro na defesa e defende muito bem garrafão. Além disso tem 2 caras fora de série na bola de fora. Curry e Klay.

          Atualmente o Favorito a ganhar a liga não joga de Small Ball (Lakers).

          Quanto ao Theis.Acho um cara raçudo e esforçado, e também estou satisfeito com ele ser um bom reserva. Para um Celtics campeão, acho ele limitado. Acho que o Theis fez uma excelente série contra Sixers e Raptors. Mas es´ta tendo dificuldades nessa série contra o Heat, tanto que Stevens está recorrendo até ao Grant Willians para jogar naquela posição.

          Quando ao AD, resolveu se juntar a panela do Lebron, apesar de ser torcedor dos Celtics, reconheço que a cidade de Los Angeles é mais atrativa para esses caras.

          Acho que o Ainge de hoje é bem diferente do Ainge do passado. Mesmo ele se achando o Deus da NBA. Acho um cara que não faz mais a diferença que já fez no passado.

          Mas agora é focar no que temos.

          • R2

            Marco Antonio acho que não fui claro, não sou fã do small ball, acho um saco, por mim teríamos um cinco de responsa e um jj redick da vida para fazer desse elenco algo realmente divertido, mesmo entendo que precisaríamos ter profundidade para como tem feio o heat, e como fez o lasers contra o Houston em alguns momento colocar jogadores mais ágeis em quadra. AD por mais que seja um cara alto e um grande protetor de aro é ágil para o seu tamanho e consegue ajudar na marcação..

            Queria ver um cara grande e ágil no time tipo jjj, ou jokic, ou vucevic de orlando, ou até um cara menos badalado tipo o velho aldridh, ou até o lopes, ou o Blake vidro, mas acho bem difícil ver meu sonho realizado. Então torço que ou RW se desenvolva, ou que nosso time evolua nesse modelo

  4. Sandro

    Voltamos a respirar…grande vitoria, com um pouco de susto no final é verdade, mas ganhamos e isso que importa.
    Não sei pq tem uns caras que não gostam quando tem críticas ao time, todo mundo aqui torce pro Celtics, e se o time faz cagada quem quiser critica…essa sério poderia estar 3 a 0 pra nós. Tem críticas pq da pra ver que esse time tem mais pra jogar e as vezes não entrga.
    Gostei da condução de bola do GH…melhorou muito pra gente, JB também jogou bem tentando atrapalhar o Adebayo, da garra do Smart nem precisa falar.
    Lets Go Celtics!!!

    • Marcelo Gouveia

      Tô com vc, Sandro. Todos torcemos pelo Celtics. Os que criticam, os que elogiam. Ponto.

      Com GH em quadra, Kemba distribuindo bolas, sobe a qualidade do passe. Menos turnovers, melhor seleção de arremessos. Oscilação já bem inferior às dos últimos jogos.

      Antes da série começar, não tava pensando no Smart cuidando da marcação ao Dragić. Mas pra esses dois próximos jogos, talvez valha a pena.

  5. Marchall

    A verdade é que faltou um pouco de Ojeleye nessa série. Nosso melhor jogador!

  6. Teobaldo

    Como ganhamos estou muito à vontade para criticar (ou opinar) sobre os principais jogadores do nosso grupo:

    Brow: É autista;
    Kembar: Tá tremendo mais que vara verde e refugando na hora de decidir;
    Tatum: Excelente jogador, mas ainda imaturo para atuar como franchise player;
    Smart: Muito coração, muita raça, muita força e muito Celta, mas pouco cérebro (baixo QI de basquete, como diria o Zé Boquinha);
    Theis: Na bolha, foi o que mais evoluiu, mas ainda é pouco;
    Hayward: É indispensável e na última partida, com sua habilidade, foi o ponto de equilíbrio na hora mais crítica (o final do jogo), quando segurou um pouco mais a bola;
    R. Williams: Eu daria a ele mais tempo de jogo, pois parece um cara com muito potencial;
    Stevens: Acho um ótimo técnico, no nível dos melhores da NBA atual, mas parece que dorme em algumas “runs” dos adversários e em alguns momentos do jogo quando todos querem “tijolar” e, com uma grande diferença de pontos à favor, a prudência manda jogar com transição lenta e infiltrações.

    Maiores deficiências: não temos um pivô de respeito (desculpem-me sou velho demais para dizer “center”); não temos um chutador de 3 (indispensável ao estilo de jogo atual – deixo registrado que odeio small ball); não temos um jogador carismático que coloca a bola debaixo do braço e acalma os demais jogadores (Garnett; Pierce, Rondo como exemplos mais recentes), razão principal para as viradas que estamos tomando nos Q-3. A grande dificuldade será corrigimos tais problemas com trades, pois pelo que já li aqui no blog, os salários já estão próximos do teto. Concordo com os “cornetaristas” que defendem a necessidade de conseguirmos algum (ou mais de um) veterano free agente com tais características.

    Abraços!

  7. A entrada do HAYWARD foi fundamental nesse jogo, era para perdermos de novo com uma run no último quarto (talvez até antes disso), foi ele quem colocou a bola debaixo do braço e segurou o jogo, foi ele quem conduziu o ataque por vários momentos, ele quem ajudou os erros defensivos na rotação (sim, fiquei olhando o jogo dele), tudo isso cambaleado. É o tipo de jogador que ajuda mais que os números refletem. Saudades Horford.

    Brown continua inconstante, mesmo sendo um dos melhores jogadores na partida, parece perdido várias vezes tanto no ataque quanto na defesa, era o responsável por defender o Adebayo, mas direto o cara se desmarcava sozinho, sem a ajuda de bloqueios. Ele é o tipo de jogador que se estiver focado é um dos grandes jogadores da liga, mas parece que tem muito mais vontade de ser um politico que propriamente ser uma estrela.

    Kemba continua omisso no jogo, ele foi de um dos principais armadores da liga pra uma espécie de Klay Thompson baixinho, não está dando pra entender o que está acontecendo, talvez fosse o caso de um psicólogo ou algo assim, claramente está com o freio de mão puxado desde Toronto.

    Mas acima de tudo isso, só a entrada do Gordon Hayward pra dar esse desafogo na armação já mudou tudo, o jogo fluiu melhor, a equipe fez as jogadas certas, os arremessos estava mais fáceis, ninguém pareceu cansado no último quarto, etc…

    ABS

    • Fernando Silva

      Assino embaixo.

      Sobre AH, concordo contigo, mas sempre que posso deixo um recado:

      Boa escolha hein, AH!

    • Marco Antônio de Paula

      Wesley, concordo com você que Hayward dá outra para para o time e deixa o time mais organizado. Quanto ao AH acho que era o momento dele sair. Ele queria ganhar muita grana, e não valia engessar nosso CAp por causa dele.

      Cheguei a Citar você depois do jogo, sobre aquela sua idéia de colocar o Brown jogando ali na posição do Theis. Achei ele bem bacana marcando o Adebayo, Claro que ele de vez enquanto dá umas vaciladas. Acho que ainda falta maturidade para ele estar sempre concentrado no jogo. Mas achei bacana o mismach dele em muitos casos contra o Duncan.

      Kemba pode render muito mais, e concordo com você. Pelo menos contribuiu com 20 pontinhos. Kemba nunca vai chegar nem perto do Klay. KT é um grande defensor, e Kemba não sabe defender.

      Agora é ajustar os errose entrar ainda mais focado e intenso para o proximo jogo contra Miami.

      Vi o Miami com muitos erros que podem não se repetir.

  8. Oberdan Gonzalez

    Primeiro parabéns a todos, porque o nível de debate por aqui está altíssimo.

    Acho que por mais que os torcedores pensem diferente, as opiniões por aqui são bem parecidas.
    E entendo a conversa sobre o small ball ou não, mas acho que se trata de ter uma opção confiável para mudar uma formação. Small ball, time com bigs, zona,um contra um, não importa. Temos que ter todas essas opções.

    Próxima season temos que pensar em jogadores com diferentes caracteristicas, mais profundidade pro banco.
    Abs

    • Pura verdade, comentava muito na época de 2013/2014. Parei de comentar por aqui por causa da galera que não sabe opinar de forma construtiva, é um fora Ainge pra cá, fora Zé chiclete pra lá, que não dava nem vontade de argumentar com essas pessoas.

      Esses dias entrei no site e vi que os comentários estavam em um bom nível de debate, assim dá até prazer conversar com o pessoal.

      Certo ninguém está, o prazer está no bate-papo.

  9. Marchall

    Tomara que o Bad Svirgens arrume esse time quarta!

  10. drakes

    Impressionante este novo torneio, deu agora uma parada maior agora, claro que dá mais chances do heat se reajustar, fica mais forte meu sentimento de nunca entendier por que o primeiro jogo não foi no dia seguinte já que teria jogo do oeste naquele dia. Quanto ao Heat, eu acho que vão mudara defesa por zona pelo menos quando gh está em quadra e fazer algo para impedir os contra-ataques rápidos do celtics.

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