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Frustração, explosão e conciliação: Boston Celtics “lava a roupa suja” após nova derrota para o Miami Heat

A segunda derrota consecutiva para o Miami Heat na noite de quinta-feira (17), pela final da Conferência Leste, deixou o clima quente no elenco do Boston Celtics. Vários jornalistas que estão cobrindo a continuação da temporada 2019/2020 da NBA no Walt Disney World Resort relataram, nas redes sociais, ter ouvido gritos e discussões no vestiário do time verde e branco de Massachusetts, além do barulho de objetos caindo. De acordo com a imprensa, o mais exaltado era o combo guard Marcus Smart, que deixou a quadra sem dar entrevistas.

Depois do bate-boca no vestiário, o técnico Brad Stevens não perdeu tempo e se reuniu no hotel, já na madrugada de sexta-feira (18), com os líderes do elenco do Boston Celtics: Kemba Walker, Jayson Tatum, Jaylen Brown e, claro, Marcus Smart. Stevens deixou os jogadores falarem sobre os problemas que resultaram na confusão após a derrota para o Miami Heat, para tentarem chegar a um denominador comum. O treinador e os líderes celtas concordaram com a opinião de Smart, que cobrou maior senso de urgência da equipe após mais uma larga vantagem ser destruída diante do Miami Heat, e com a integração “mais suave possível” do ala Gordon Hayward, que está prestes a reforçar o Celtics após se recuperar de uma entorse no tornozelo direito.

Para comissão técnica e jogadores do Boston Celtics, a conversa foi suficiente para resolver os problemas do vestiário e injetar ânimo para o terceiro jogo contra o Miami Heat, que será disputado na noite deste sábado (19), às 21h30 (horário de Brasília), no Walt Disney World Resort, com transmissão da ESPN para todo o Brasil. O campeão da Conferência Leste decidirá o título da temporada 2019/2020 da NBA com o vencedor da final da Conferência Oeste, entre Los Angeles Lakers e Denver Nuggets.

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Gustavo Arruda
Gustavo, 28 anos, é maranhense de São Luís, jornalista formado pela UFMA e repórter do Imirante.com. Fanático por esportes, principalmente futebol e basquete, é torcedor celta desde 2003, quando ouviu pela primeira vez o TD Garden lotado entoando "Let's go, Celtics!", e escreve no Celtics Brasil desde julho de 2011, com mais de 1.700 textos publicados. Nas horas vagas, é goleiro, armador, tio do João Gabriel e da Alice, e também dá seus pitacos sobre o maior campeão da NBA no Twitter: @gustavoarruda01.

6 comentários

  1. Marcelo Gouveia

    Nas pipocadas anteriores, Smart também deve ter reagido. Dessa vez, felizmente, isso conseguiu romper a barreira do vestiário.

    Dá um sopro de esperança ver a aura de normalidade desse trabalho ser fraturada. Ver crítica, ver discordância, ver um sangue pulsando. Claro, dentro do que sejam limites éticos/profissionais.

    Se é que a reunião no hotel realmente existiu, ela foi pedida pelo Stevens ou orquestrada pela direção pra dar uma imagem autoridade pro seu coach? É o que exatamente que tá preocupando a franquia nesse momento? O resultado esportivo, a contestação ao trabalho/autoridade do técnico-queridinho, a fragmentação do elenco?

    Ao menos foi útil ver saindo do vestiário um grito de inconformismo, de fúria, de divergência. Foi útil. Não há unanimidade ali. As coisas não estão normais ali. E basta de viver de aparências.

  2. Fernando Silva

    Sobre o Stevens, de quem gosto do trabalho, falta de participação mais efetiva em alguns momentos.

    Se não foi ele a ter a iniciativa da reunião: nova falha.

    Sobre nossos offs, nos meus comentários anteriores eu chamo atenção à necessidade de maior lparticipação do Brown.

    Não apenas na transição, sinto falta nos nossos jogos do Brown na qualidade de opção ofensiva.

    Smart tem participado no ataque mais que o BROWN. Sinal amarelo ligado.

    Observe que, não raro, Brown está melhor posicionado para o chute e Kemba opta pelo isolation ou forçar uma jogada.

    Quando foi acionado Brown quase converteu 3 chutes de 3 que nos colocaria a um passo da vitória no jogo 2.

    Sobre Kemba e Wana, quando armando o time, o reserva está distribuindo melhor o jogo, enquanto o titular tentando ajudar na pontuação.

    Stevens já começou a usar Kemba na 2 em alguns momentos.

    Na minha opinião Kemba deve se esforçar para dar o maior número de assistências. Sim, ele recebe atenção especial do adversário e pode, com um passe, desmontar a defesa adversária, o que parece ser a opção do Stevens no ataque.

    Voltando ao Stevens: somos melhores que o Heat quando trocamos passes no ataque, mas a opção do nosso coach está clara: isolation ou um passe do Kemba depois de atrair a marcação.

    Não discuto. Questão de preferência.

    Temos melhor material humano mesmo.

    Porém observo a falta de uma jogada trabalhada para fechar o jogo, ver o time perder uma boa vantagem sem uma intervenção mais eficiente, deixar a equipe perdida nos finais de Q4.

    Todos observamos e reclamamos do mesmo.

    Na parte de preparo do plano de jogo, a mim ok.

    No que toca ao encaminhamento do jogo, lidar com as situações adversas da partida, Stevens é calça branca (se porta como novato).

    • Marco Antônio de Paula

      Fernando. Parabéns. Você teve uma excelente leitura do que vem acontecendo co o jogo do Celtics. Concordo que o problema do Brown pode estar na mentalidade dele. Ele as vezes se apaga do jogo. Tlavez essa chamada do Smart surja efeito.

      Concordo muito com você que o celtics precisa de mais passe. Somos 16 nesse quesito na liga. Muito aquem para um time que deseja ser campeão. Jogamos muito na individualidade mesmo, e contra uma defesa forte e bem postada, vamos encontrar dificuldades.

      Tambem sinto falta dessa jogada treinada para decidir os jogos. No primeiro jogo, poderíamos ter tentado uma jogada melhor do que forçar uma bola de 3 marcada.

      Quanto ao plano inicial de defesa do Stevens, também acho bom. Mas precisa de ajustes e mudanças ao longo do jogo, de acordo com o comportamento do adversário e situações do jogo. È é difícil o Stevens alterar isso.

      O Tecnico adversário consegue uma melhor leitura do momento do jogo, e consegue ajustar sua equipe, antes do Celtics, Voltando ao jogo ou controlando o momento do jogo.

      Quando você abre 17 pontos no jogo, você precisa saber lidar com essa vantagem. Pelo menos manter o jogo equilibrado. O Jogo está no seu controle. Celtics em muitos momentos do jogo tem o controle total da situação. Mas quando perde esse controle, tem muitas dificuldades para se recuperar.

      Acho que nesse momento o Técnico precisa mostrar seu trabalho.

  3. Marco Antônio de Paula

    Talvez esse seja um primeiro passo para mudar a mentalidade conformista e acomodada da Franquia. Nesse momento não estou muito preocupado com o resultado da série, e sim, visando uma mudança nessa visão fracassada e omissa que não gera o resultyado final que todos nós queremos. Título. Chega de viver de aparências e se enganar, precisamos de atitude.

    Não acredito em mudanças para a próxima temporada, até mesmo pelo perfil dos comandantes da Franquia. Mas pelo menos existe um questionamento, uma cobrança que antes não existia.

    Acho dif[icil esse time reverter o resultado da série. Mas pelos menos temos que mostrar dignidade em quadra e honrar nossa camisa.

  4. Teobaldo

    Kemba – tremendo visivelmente e refugando diversas vezes, mesmo quando infiltra e fica de frente para a cesta

    Brown – não tenho dúvidas, é autista

    Tatum – futuro franchise player, mas muito jovem ainda pra carregar o time nas costas

    Smart – muito coração e raça, mas pouca técnica e precisão

    Theis – é o jogador que mais evoluiu nessa bolha, mas é pouco

    Continuarei torcendo por “dever de ofício” e vou vibrar muito se passarmos, mas confesso o desânimo. No basquete atual é uma falha absurda de gerenciamento de elenco não ter um chutador de 3 confiável para matar os jogos mais disputados, quando a bola “queima a mão”.

  5. […] boas escolhas durante a primeira metade do período. Agressivos, Marcus Smart e Jaylen Brown, que protagonizaram o confronto calorento no vestiário alviverde após a segunda partida, comandaram as ações da franquia de Massachussets e, optando por um jogo […]

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