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Jogo 5 – Celtics 121 x 108 Heat

No dia que o Miami Heat poderia ter conquistado o título da Conferência Leste na temporada 19/20, o Boston Celtics venceu o quinto jogo da série contra por 121 x 108 e diminuiu a diferença para 3 a 2, forçando o jogo 6. A série tem mais um jogo no Domingo, dia 27, para o Celtics forçar o empate na série. A partida aconteceu no ginásio do Walt Disney World Resort (Lake Buena Vista, FL)

O jogo começou com uma cesta de três para o Heat e um péssimo aproveitamento do Celtics, com seguidos ataques frustrados. O time estava muito nervoso e a bola pegava fogo nas mãos dos jogadores. Chegou a igualar o placar em 5 x 5 com bola do perímetro de Marcus Smart e lances livres de Jayson Tatum, mas foi a única igualdade do quarto. O Miami Heat mostrava a tranquilidade de quem estava com a liderança da série, enquanto o Celtics não conseguia encontrar seu jogo. Tentou muitas bolas de três sem sucesso, forçando jogadas e perdendo a bola muitas vezes. Por um momento Brad Stevens manteve em quadra um time mais baixo, sem Daniel Theis e com Gordon Hayward em seu lugar, mas não adiantou, pois o Heat apostou nas suas bolas de fora e um jogo em torno de Bam Adebayo, vencendo o primeiro quarto por 26 a 18.

O período seguinte não foi muito diferente. O Celtics não encontrava seu jogo contra a defesa adversária. O Heat continuou insistindo nas bolas do perímetro, bem como o time celta, com a diferença de que o primeiro tinha sucesso. Na defesa, a equipe de Boston não encontrava o adversário, que movimentava muito bem a bola e tinha a paciência necessária para encontrar a jogada certa no momento certo. Este foi o pior momento do time no jogo, com uma diferença que chegou a 12 pontos, mostrando-se muito nervoso e forçando arremessos desequilibrados. Em um ensaio de reação, Brad Stevens apostou na presença de garrafão do experiente Enes Kanter, em uma ação que teve sucesso. Logo, Kanter buscou 2 rebotes e anotou 6 pontos, se beneficiando de algumas trocas na defesa do Miami. Com mais confiança, o time apostou em uma transição rápida diminuindo a diferença, perdendo por 58 x 51 no final do primeiro tempo.

Na volta do intervalo, o Celtics voltou com uma defesa pressionando mais e forçou o Heat a cometer mais erros, apostando na transição ofensiva. Com uma reação incrível e uma sequencia de 13-0, o time assumiu a frente do placar e não perdeu mais. Jaylen Brown teve uma forte presença no garrafão pra anotar pontos e pegar rebotes e, com um jogo agressivo de Daniel Theis, ajudou o Celtics na vitória do quarto. O grande destaque, porém, foi a recuperação de Jayson Tatum que, tal como no jogo anterior, acordou no segundo tempo e, apenas neste terceiro quarto, anotou 17 pontos. O Miami por outro lado mudou o estilo de jogo buscando definições mais rápidas no ataques, com Jae Crowder e Jimmy Butler principalmente, mas foi Goran Dragic quem liderou as ações ofensivas da equipe da Florida.

O final do jogo veio cheio de emoção. A cada cesta que um time fazia, o outro devolvia na mesma moeda. Por um momento, Tyler Herro começou a esquentar no jogo e o Miami não deixou o Celtics abrir vantagem no início do quarto. Entretanto, com duas bolas seguidas do perímetro de Jaylen Brown, o Celtics começou a abrir vantagem no jogo, deixando o placar com uma diferença de 14 pontos. Quanto mais confiança tinha o Celtics, mais o Heat estava inseguro. Hayward com uma infiltração em meio a três jogadores adversários aumentou a diferença. Por fim, o time Celta manteve a vantagem por todo o quarto e garantiu a vitória. O próximo desafio é no domingo, em que o time tem de novamente garantir a vitória para forçar o jogo 7 na série e buscar o título da Conferência Leste.

Destaques do Celtics

Jayson Tatum (31 pontos, 10 rebotes e 6 assistências)

Jaylen Brown (28 pontos e 8 rebotes)

Daniel Theis (15 pontos e 13 rebotes)

Destaques do Heat

Goran Dragic (23 pontos, 4 rebotes e 4 assistências)

Jimmy Butler (17 pontos, 8 rebotes e 8 assistências)

Duncan Robinson (20 pontos)

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Vinicius Schaarschmidt
Sou gaúcho de Porto Alegre, Gerente de Produtos de profissão trabalhando na área de Tecnologia da Informação há quase 15 anos. Apaixonado por esportes, especialmente Futebol e Basquete, torço para o Internacional e para o Boston Celtics. O Jornalismo é uma paixão antiga e tenho aqui a oportunidade de trazer um pouco das minhas opiniões sobre o maior campeão da história da NBA!

13 comentários

  1. Alexandre Cukier

    É muito frustrante ver um time (não a Franquia) talentoso como o nosso, mas com falta de jogadores acostumados a títulos, estar à beira da eliminação para um Miami Heat que marca por zona, que tem Butler (?!) como seu mais experiente jogador, um catado de refugos por aí (o próprio Butler, Crowder, Olynyk etc.) e uma garotada esforçada mas de tae to duvidoso (Robinson, Herro)… mesmo Adebayo é ainda um pivô em ascensão.
    Mas vamos para cima deles Celtics, Win or ago Home!

    • Marco Antônio de Paula

      Acho que nosso timetem que evoluir ainda mais. O time é jovem. Além do treinador que é jovem e inexperiente. Falta ali, um cara experiente com liderança no banco e em quadra para comandar esse time. È o que o Buttler faz no Miami junto com Spoesltra. Nosso time deve alguma coisa em talento ao time de Miami? Não. Mas somosum time afobado e que comete erros bobos e forçadas de jogadas em momentos decisivos do jogo.

      Não acho o herro de talento duvidoso. Acho Adebayo um cara que tem vaga tranquila em muitos garrafões da NBA , incluindo o nosso. Temso o Theis que é um cara esforçado, mas inconstante e limitado. è um jogador util, para ser banco em um Celtics campeão. Nesse Celtics é o que temos.

      Agora não adianta lamentar a montagem desse time. è bola pra frente e tentar a vitória

  2. wesleyml

    Primeiro foi um dos mais feios que eu já vi o Celtics jogar, o segundo só comprovou o talento do time, mas não foi exatamente o melhor jogo tático da história, mas deu pra ganhar.
    Alguns pontos importantes para se falar do jogo:

    Stevens tacou o F*oda-se para o Walker. O “principal” jogador do time jogou menos que o reserva não por escolha tática, mas por opção mesmo. Heat estava usando a deficiência defensiva dele para o colocar contra matchup´s desfavoráveis. O cara não está bom no ataque e não está bom na defesa? Então sai do jogo.

    Brown começou a tentar infiltrar e se perdeu menos na defesa, tá bom? Ainda não. Tá médio? Também não. Tá ruim? Para o que se espera dele, sim. Mas já é o suficiente pra virar a série.

    A defesa do Heat sem o Adebayo vai pro saco, eles não tem ninguém pra suprir a ausência dele, ontem dependendo do lance ele escondia o braço. Temos que aproveitar essa fragilidade e pendurar ele em faltas o quanto antes, KO não tem defesa.

    Quando Kanter esteve em quadra, os pontos vieram com uma facilidade até inacreditável! DEFESA EM ZONA TEM QUE TER ALGUÉM NO POSTE BAIXO!

    Enfim, não tem segredo, se o time jogar como jogou o segundo tempo de ontem, é batata, a gente vira a série tranquilamente.

    • Marco Antônio de Paula

      Wesley concordo com vc. Primeiro tempo do time.muito ruin. E acredito que vencemos o jogo, pela falta de vontade do time do Heat. Não houve nenhuma mudança monstruosa da tática do time nesse jogo comparado a série completa.

      Kemba eu já enm espero muito mesmo. Vai fazer umas jogadinhas e não vai tomar a rsponsabilidade de levar esse time.

      Brown tem que jogar nasquele espaço da zona, fazendo mismatch contra o Duncan. Quando jogamos naquele buraco, conseguimos sobressair e carregar os caras em faltas. Dragic saiu com 6 e Adebayo ficou pendurado. Se Tatum e Brown querer fazer jogo de trombada contra Crowder e Buttler ali na entrada do perímetro esquece. Tem que ser jogo de inteligÊncia sem jogadas forçadas.

      Robinson e Dragic metem muita bola de fora? Sim. Mas são 2 caras limitados na defesa.

      Acho que o Kanter pode ter alguns minutos sim, mas sem o Adebayo na quadra. Eleé explorado na defesa de garrafão. Pena o Theis não ter a experiencia dele ali no jogo de garrafão contra defesa em zona.

      O problema é que o time do Celtics é instavel e irregular. Nunca poderemos ter a certeza que o proximo jogo, jogaremos como no segundo tempo de ontem. o Stevens não tem esse controle da equipe.

      Dependendo do andar do proximo jogo, começamos a forçar jogadas, forçar arremesos contestados, e cometer erros de afobação. Se jogar com inteligência e sem afobação a série é nossa.

  3. Marchall

    Eu não acho que o HEAT é um catado de refugos não. E olha que sou o cara mais chato daqui.

    Adebayo; Buttler; Crowder; Herro; Robinson; Dragic

    Tem que respeitar o time dos caras. Foi bem montado e tem um coach muito bom.

    • Marcelo Silva

      Cara… Concordo com você… Acho o time deles bem respeitável… Como peças separadas, realmente parece que não dá em nada mas como time, com o treinador que já tem experiência, venceu e perdeu títulos, teve viradas sensacionais, tem que respeitar mesmo. Quanto ao nosso time, tá faltando aquele ‘killer instinct’ no Tatum e no Brown… O Kemba tinha isso nos Hornets mas aqui conosco, não. Os times campeões da NBA sempre tem o cara que está com esse instinto, ou porque o cara tinha o instinto mesmo (Kobe, MJ, LeBron) ou porque naquele ano estava vivendo o ‘killer instinct’ tipo Curry, Wade, Dirky, Duncan, etc, etc e a lista é longa… Acho que enquanto não tivermos um center forte e um especialista na bola de 3 e os dois que eu citei, ou pelo menos um deles, não tiver esse instinto matador, não ganharemos nada. Não creio que esse time seja capaz de bater o LA de Lebron (com LBJ). Mas tmj, bora torcer.

    • Alexandre Cukier

      O Spoelstra é um baita técnico mesmo, o que o valoriza ainda mais no trabalho que faz. O Miami não ficou em 5o lugar numa Conferencia fraca como a Leste por acaso. São fracos. A bolha gerou condições boas para se superarem, a falta de mandos de quadra, a esfriada que a pandemia deu nos Bucks…
      Não vamos sobrevalorizar os caras apenas porque nos venceram 3 jogos, em dois deles em que abrimos diferenças grandes e depois paramos de jogar; e um terceiro onde tivemos 19 turnovers, vários deles após assumir a (breve) liderança no 4o período.
      Se formos eliminados o seremos para nós mesmos e um time que foi menos ineficiente que nós. É sofrível o % de acerto de arremessos de ambos os times.
      Herro pode ser um grande jogador, mas ainda é apenas um menino jogando para um estádio sem torcida. Por ainda acho cedo para o classificar como um futuro craque. Tatum carregou as Celtics no seu ano de rookie como titular e cestinha e quase fomos para as finais da NBA. E mesmo assim vários questionam seu protagonismo. Herro é sexto homem sem pressão nenhuma. Robinson é um projeto de Kyle Korver – especialista em tiros de 3, e nada mais. Crowder… bem ele nós conhecemos muito bem… sem comentários para quem sente falta dele – eu prefiro Brown de longe. Butler… não levou nenhum time até final de NBA, é pipoqueiro e se esconde em momentos difíceis. Jamais o queria nos Celtics. Dragic está no seu canto do cisne. Bom cestinha, fraco defensor, apenas num time mediano como os Heat é protagonista. Adebayo é um pivô em ascensão e será um dos melhores de seu tempo – esse é o único inquestionável talento neste time.
      Respeitar os Heat? Eu os respeitava com Lebron, Wade e Bosh – o de hoje é uma piada perto daquele.

  4. Marcelo Gouveia

    rsrs… não é nem por superestimar ou subestimar o Miami… a questão crucial é o Boston, mesmo. Qual Boston virá pro jogo, qual pensamento de jogo. Atento ou não aos matchups que nos favorecem, explorando ou não as fraquezas do Miami. Se nosso armador vai ou não acionar o modo playoff. Se nosso técnico vai saber encaminhar a reta final do Q4 no jogo 6. Incertezas…

    Não sei se Miami é isso tudo ou se não é nada disso. Qdo eles forem vice-campeões do Leste, isso será secundário.

  5. Marco Antônio de Paula

    Marcelão. Sinceramente. Antes da série começar tinha muito receio desse time de Miami. Depois que a série começou, achei que o Boston tinha muitas condições de passar por eles. Nosso time durante toda a série jogou melhor que eles. E se for comparar individualidades. Eles só ganham dos Celtics no Central. Adebayo e no Técnico Spoelstra. A vantagem deles na série está apenas no aspecto mental. Toda vez que o Celtics controla a afobação e joga com inteligência atropela eles. Acredito que esse ano foi uma das temporadas mais fáceis de ir a final. Não pegamos nenhum adversário com time melhor que o nosso. Era o momento de dar esse passo adiante rumo a final.

  6. Marcelo Gouveia

    Entendi, Marco Antônio. O teu raciocínio e o do Alexandre. Talvez tenha um ponto de tangência aí. A percepção de ter um quinteto melhor de individualidades e mesmo assim estar sendo superado no placar final dos jogos.

    Num futuro, pós temporada, estaremos talvez debatendo o coletivo e as individualidades do time. Se o coletivo tá ou não bem assentado sob as individualidades. Se o ciclo normal de amadurecimento das jovens individualidades tá impactando a maturidade do padrão coletivo de jogo.

    Nesses 5 jogos, acho, vimos o coletivo e as individualidades carentes de ajuste.

    Com tudo isso, o jogo 6 tá ao alcance. Sabemos que está.

  7. Edivaldo

    O grande erro de Ainge foi ter contratado o GH. Se hoje tivéssemos um verdadeiro All Star no lugar dele teríamos grande chance de sermos campeões. Podemos ainda ganhar do Heat mas vamos perder para aquele time de Los Angeles. Infelizmente.

  8. Fernando Silva

    O Heat é uma boa equipe. Não é uma equipe brilhante. Porém, sim, pode surpreender.

    O time foi montado durante a season e agora demonstra o seu melhor.

    Não tenho a menor dúvida de 2 coisaa conexas:

    1. Nossa equipe é melhor.

    2. Perdemos para nós mesmos.

    Hoje?

    Qual Celtics veremos em quadra?

    Sobre Stevens: faz anos que, no geral, falamos o mesmo:

    1. Começa o jogo com um plano, mas não tem capacidade de fazer mudanças eficientes às contrapropostas adversárias. Por isso, suas modificações na equipe sempre demoram a partida seguinte. E, por isso mesmo, as vezes demora muito, muito tempo para pedir tempo. Não sabe o que vai falar. Se ocorrer hoje… vai ficar para a próxima season é, SIM, terá sido eliminado para uma equipe pior.

    2. Falta experiência ou falta malícia ao nosso coach? Até quando vamos esperar Stevens amadurecer e encaminhar melhor os finais de jogos? Já começamos a encaminhar uma década! Stevens prepara uma defesa como poucos. No ataque ele deixa sim a desejar, e, nos momentos centrais do game, também peca. Sou justo e reconheço que Stevens já ganhou partidas para nós, inclusive desenhando a game winner. Mas já faz um tempo… Por isso eu não o trocaria, como sei que não será trocado. Mas, a mim está evidente: se queremos um banner precisamos de alguém com mais bagagem sentado ao seu lado no banco. Peço que verifiquem o que fizeram os purpurinas diante de situação similar.

    Mesmo antes do início da série eu chamei atenção ao fato de que poderíamos ser surpreendidos.

    Mas não vou esconder a decepção de ser eliminado por Miami. Entendo que seja uma boa equipe. Bem treinada. Montada durante a season. Butler é um ótimo jogador e demonstra, algumas vezes, a malícia que nos falta. Adebayo entrega o que promete. Dragic idem.

    Mas, nossa equipe é melhor, simplesmente não conseguimos tirar 100% do que nosso time pode entregar.

    Se Miami entrega 90% e nós ficamos em 70%, perdemos.

    É o que me parece ocorrer.

    Se fizermos 80%, vencemos.

    Por fim, seja quem for contra os purpurinas… (se continuarmos jogando 70%…).

  9. Fernando Silva

    Se rodarmos a bola no ataque para encontrar o centro da zona e dela nosso homem melhor posicionado.

    O Heat já tem variado a defesa, ainda assim precisamos rodar a bola e fazer as trocas que nos interessam.

    Kemba contra Dragic, Brown contra Adebayo, Tatum contra Herro e até podemos explorar Theis contra Butler.

    Nossa defesa tem que pressionar a bola o tempo todo e devemos procurar a transição sempre que possível.

    Não sendo possível a transição, vamos trocar bolas no ataque.

    Ou Kemba aparece, ou joga pouco tempo.

    A mim em nada incomoda deixar Smart armar e, se a jogada não aparecer, que entregue a bola nas mãos de GH no ataque para mover a equipe.

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