Fechar Menu
    • Início
    • Notícias
    • Opinião
    • Análise
    • Crônicas
    • Túnel do tempo
    • Craques do passado
    • Rivalidades
    Leia também

    Giannis no Celtics? O panorama completo sobre a situação do grego

    11/05/2026

    O Celtics precisa se preocupar com Derrick White?

    11/05/2026

    Quanto Boston pode gastar na offseason da NBA?

    07/05/2026
    Instagram YouTube WhatsApp X (Twitter) TikTok Facebook
    Celtics Brasil 14/05/2026 - quinta-feira
    • Time
      • Elenco
      • Comissão Técnica
      • Estatísticas
      • Folha Salarial
    • Nossa História
    • Contato
    Instagram YouTube WhatsApp TikTok X (Twitter) Facebook
    • Início
    • Notícias

      Jaylen Brown nega saída do Celtics, mas rumores aumentam pressão sobre Boston

      07/05/2026

      Celtics deve priorizar reforço no garrafão após queda nos playoffs

      06/05/2026

      Brad Stevens sinaliza mudanças no Celtics após eliminação para os 76ers

      06/05/2026

      Jaylen Brown recebe multa após desabafo contra arbitragem

      06/05/2026

      Jayson Tatum: possível retorno e a mentalidade de campeão

      24/09/2025
    • Opinião

      O Celtics precisa se preocupar com Derrick White?

      11/05/2026

      O que fazer com Kristaps Porzingis?

      29/05/2025

      Jrue no Texas? Mavs podem explorar troca com Celtics

      28/05/2025

      Os próximos passos do Boston Celtics

      14/05/2025

      Subestimado: A Jornada de Jayson Tatum pelos Playoffs

      30/04/2025
    • Análise

      O Celtics precisa se preocupar com Derrick White?

      11/05/2026

      Quanto Boston pode gastar na offseason da NBA?

      07/05/2026

      Muito Obrigado Milwaukee Bucks!

      21/04/2025

      A Versão Playoffs de Payton Pritchard

      21/04/2025

      Avaliação de Desempenho Individual da Temporada 2024-2025

      15/04/2025
    • Crônicas

      Análises Individuais da temporada 2023-24

      13/07/2024

      Devemos aposentar o número de Al Horford?

      08/07/2024

      2008 a 2024 – Um rápido panorama sobre a trajetória do Boston Celtics até o 18° título

      26/06/2024

      Como Joe Mazzulla liderou Boston ao 18º título

      20/06/2024

      O que o Celtics aprendeu com o Timberwolves?

      10/06/2024
    • Túnel do tempo

      Larry Bird: “Sempre achei que não aproveitamos ao máximo”

      10/03/2025

      1969 – Na despedida de Russell, a conquista do 11º título

      31/07/2022

      1957 – O primeiro grito de campeão

      31/07/2022

      Dança da vassoura: relembre todas as varridas do Boston Celtics nos playoffs da NBA

      23/04/2019

      Quiz – Quem são os líderes do Celtics na história?

      26/11/2017
    • Craques do passado

      Larry Bird: “Sempre achei que não aproveitamos ao máximo”

      10/03/2025

      Retrospectiva da carreira de Kevin Garnett

      24/09/2016

      Joseph Henry “Jo Jo” White

      20/07/2016

      David William Cowens

      07/09/2015

      Robert Lee Parish

      05/09/2015
    • Rivalidades

      Bill Russell x Wilt Chamberlain

      31/07/2022

      Jogos Inesquecíveis: Celtics x Lakers (Game 6-Finals 2008)

      09/02/2016

      Relembre os últimos jogos entre Celtics e Lakers

      29/12/2015

      Celtics x Pistons – Parte 3 (Final)

      08/04/2015

      Celtics x Pistons – Parte 2

      06/04/2015
    Instagram YouTube WhatsApp X (Twitter) TikTok Facebook
    Celtics Brasil
    Início»Opinião»Crônica: Boston, por Isaiah Thomas
    Opinião

    Crônica: Boston, por Isaiah Thomas

    Gustavo ArrudaPor Gustavo Arruda03/06/201614 Comentários11 Mins de leitura
    WhatsApp Facebook Twitter Copiar Link E-mail
    ↗
    WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn E-mail Copiar Link Reddit

    Eu tinha acabado de ser expulso. Nós estávamos na estrada, enfrentando o Lakers no Staples Center – meu primeiro jogo com a camisa do Celtics – e eu peguei duas faltas técnicas, ejeção automática. Desci o túnel para o vestiário, ainda de uniforme, ainda suando, ainda nervoso com a última marcação da arbitragem, e eu vi um dos preparadores físicos sentado no vestiário, acompanhando o jogo. Ele olhou para mim e sorriu.

    “Cara… a torcida do Celtics vai amar você!”

    Eu estava pensando que as pessoas deviam ser loucas por pensar isso. Minha estreia na equipe e eu sou expulso? Isso não é uma grande primeira impressão.

    “Do que você está falando? Eles vão me amar?”

    “Sim, claro. Seu primeiro jogo, você marca 21 pontos e é expulso? Boston ama esse tipo de coisa”

    Eu não sabia do que ele estava falando. Eu era novato. Eu não sabia nada sobre Boston ou sobre seus fãs.

    Eu pensei que esse cara era louco.

    Três dias depois – seis dias depois da troca que me enviou do Suns para o Celtics – joguei meu primeiro jogo no TD Garden. Era surreal. Quer dizer, andando pelos corredores do Garden com aquela camisa do Celtics, vendo todas as fotos de Bill Russell e Larry Bird, ficando na linha de aquecimento e olhando para todos os banners no teto – isso é apenas muita história. E a arena enche-se tão rápido antes do jogo, mais rápido do que eu tinha visto em qualquer outro lugar. Esses fãs não podem esperar para ver o seu Celtics jogar.

    Foi apenas o meu terceiro jogo com a equipe, então eu estava saindo do banco. Quando eu me levantei pela primeira vez e dei um passo para o parquet, senti uma explosão de energia na arena. Quando caminhei para a quadra, toda a multidão se levantou e foi comigo. Foi a minha primeira vez na quadra do Garden, e eles ficaram de pé, me ovacionando, como se eu tivesse sido um celta por toda a minha vida.

    Essa foi a minha introdução para os fãs de Boston.

    Eu pensei: “cara, esses fãs me amam…”

    A parte mais louca foi que, uma semana antes de pisar no Garden pela primeira vez, eu estava em Phoenix, sentado na parte de trás do ônibus da equipe do Suns, aguardando o encerramento da Trade Deadline de 2015. Estávamos prestes a ir para o aeroporto e viajar para um jogo fora de casa, mas o ônibus estava esperando a Trade Deadline passar para não levar algum jogador que teve que ficar para trás e se preparar para a sua nova equipe.

    Todo mundo sabia que Goran Dragic seria negociado – o seu nome apareceu em vários rumores nas semanas anteriores. Com certeza, alguns minutos antes da Trade Deadline, um dos treinadores adjuntos apareceu no corredor e nos deu a notícia.

    Goran havia sido negociado para o Heat.

    Então Goran pegou suas coisas e abraçou alguns caras. Todos nós desejamos-lhe boa sorte, e ele desceu do ônibus.

    O resto do elenco olhou ao redor do ônibus, um para o outro, pensando: “ok, já foi feito, essa é a equipe que ficou agora, vamos lutar com esse grupo”.

    Comecei a pensar no papel expandido que teria na reta final, em busca dos playoffs. Com a saída de Goran, eu seria o segundo armador. Com mais minutos, teria mais oportunidades para mostrar que estava pronto.

    Mas, cinco minutos depois da Trade Deadline, o ônibus ainda não tinha se mexido. Nós pensamos que o ônibus estava à espera do fim do prazo, portanto, nós nos assustamos. Brandan Wright, que estava sentado em um par de assentos na minha frente, olhando para o telefone, virou-se para trás e olhou para mim.

    “Você acabou de ser negociado”

    Negativo. O prazo passou, brother. Do que você está falando?

    Ele me mostrou a notificação em seu telefone.

    Isaiah Thomas negociado com o Celtics, em troca de Marcus Thornton e de uma escolha de primeira rodada do Draft 2016.

    Eu não podia acreditar.

    Olhei para cima e vi o treinador adjunto caminhando de volta para o corredor.

    “IT… eles negociaram você”

    Eu levantei o telefone de Brandan.

    “Sim, isso é o que eles acabaram de dizer”

    Eu acho que a negociação estava sendo feita até o fim do prazo, tanto que a notícia não saiu poucos minutos depois. Mas foi uma negociação feita.

    Fiquei chocado.

    Peguei minhas coisas, abracei alguns caras. Todos me desejaram sorte e eu desci do ônibus.

    Tudo estava acontecendo tão rápido. Eu nem esperava ser negociado, e agora eu tinha que me encontrar com os dirigentes do Suns. Tive que arrumar meu armário e pegar minha família.

    Também tive que parar em uma loja no caminho do aeroporto e pegar algumas roupas. Era fevereiro, e o clima em Boston era uma loucura – tipo, pior inverno da história de Massachusetts, essa loucura toda – e eu estava vindo do deserto. Eu nem sequer tinha um casaco de inverno. Então eu peguei uma grande jaqueta e um par de gorros antes de pular para Boston e fazer os testes físicos.

    Quando eu saí do avião, estava nevando. Estava tão frio. A jaqueta e o gorro me salvaram.

    Fiz o teste físico naquela noite, e enquanto o Celtics estavam em Sacramento, enfrentando o Kings, eu acompanhei o jogo com Danny Ainge em seu escritório – só eu e o GM. Falamos sobre a equipe, sobre a troca, sobre mim. E ele me disse algo que eu não podia acreditar.

    “Isaiah… pela maneira que você joga, você pode se tornar uma lenda celta”

    Uma lenda do Celtics? Eu pensei que ele estava louco – talvez estivesse apenas exagerando, movido pela emoção de ter feito uma grande negociação.

    Naquela noite, mais tarde, conversei com Brad Stevens pelo Skype, e ele não foi exagerado sobre a troca, foi exagerado ao falar de mim. Ele queria que o resto da equipe se adaptasse a mim. Ele disse que deixaria eu jogar o meu jogo, ser o melhor Isaiah Thomas que eu poderia ser.

    Eu nunca tinha ouvido nada assim de um treinador na minha carreira profissional. Esses caras não estavam sendo apenas exagerados sobre uma grande troca. Eles realmente acreditaram em mim. Eu poderia dizer que eles acreditavam em cada indivíduo, acreditavam no vestiário. É por isso que nos trouxe aqui.

    Foi quando caiu a ficha: esta era a oportunidade que eu sempre quis. O que eu tinha trabalhado por toda a minha vida. E eu ia fazer tudo o que eu podia para tirar proveito dela.

    A transição foi meio difícil porque era reta final de temporada, basicamente jogando todos os dias. Nós só tínhamos dois dias de descanso uma vez, então nós nunca realmente tivemos tempo para treinar, o que significava que eu não tinha tempo para aprender o sistema de Brad Stevens. Então, quando eu ia para o jogo, saindo do banco, basicamente arriscava para fora do pick-and-roll. Era quase como uma “pelada”. Estava em quadra jogando, tentando fazer jogadas e ficar confortável com meus novos companheiros de equipe.

    Eu estava aprendendo muito, mas acho que aprendi mais sobre os meus companheiros – e sobre a cidade de Boston – na série dos playoffs contra o Cavaliers.

    Eu sei, nós fomos varridos. Nossa temporada não terminou da maneira que queríamos, acredite, mas muita coisa boa veio daquela série. Foi uma experiência que a equipe precisava, porque em três dos quatro jogos, tivemos uma chance de ganhar nos minutos finais. Mas nós não sabemos como vencer. Não nos playoffs, pelo menos. Eles são diferentes da temporada regular. Quando as pessoas dizem que cada posse e cada jogada são cruciais, elas não estavam brincando. Parece clichê, e é, mas você não pode realmente entender o que isso significa até que você esteja na posição de fechar um jogo de playoffs – e você começa errando nos minutos finais. Você começa a pensar em todas as pequenas coisas que você poderia ter feito para mudar o resultado do jogo. Uma passada extra ali, um arremesso melhor selecionado lá. Contra uma grande equipe como o Cavs, essas pequenas coisas vão matá-lo.

    Fiquei orgulhoso da mentalidade que tinha saído nessa série. Perdemos, mas ganhamos confiança. Nós viemos de fora, pensando: “OK, isso é o que eu preciso para vencer uma série de playoff. Agora sabemos”.

    Eu também saí dessa série sabendo exatamente o que significa jogar em Boston.

    Eu vou admitir, levou um tempo para encontrar o lado bom depois de ser varrido. Nós ainda perdemos quatro jogos consecutivos, e isso é um soco no estômago. Mas quando estávamos saindo da quadra do TD Garden, depois do jogo 4, aconteceu algo que eu nunca tinha visto antes, em qualquer lugar.

    Os fãs de Boston se levantaram e começaram a cantar: “Let’s go, Celtics!”

    Eles deram ao seu time, que tinha acabado de ser varrido, uma ovação de pé.

    Naquele momento, eu sabia que esta cidade era como nenhuma outra. Mesmo com o fim da temporada, parecia que estavam começando alguma coisa.

    E é transportada para essa temporada também. Não temos a melhor campanha, mas estamos sempre avançando, melhorando. Houve momentos nesta temporada em que mostramos que podemos competir com as melhores equipes da liga – e vencer.

    Eu olho para o nosso jogo contra o Warriors, há algumas semanas. Foi como um jogo de playoffs, tanto na forma como se desenhava e na forma como nos aproximamos dele. Foi um jogo televisionado nacionalmente, por isso, todo mundo estava assistindo. Estávamos saindo de perdas em back-to-back e precisávamos urgente de uma vitória, para lutar por posições nos playoffs. Os Warriors estavam montados em uma série de 54 vitórias em casa.

    Queríamos ser os primeiros visitantes a vencê-los.

    E sabíamos que podíamos. Lembrem-se, nós os levamos a duas prorrogações em dezembro, quando ainda estavam invictos. Sabíamos que poderíamos vencê-los.

    Então, quando nós ganhamos, um monte de pessoas ficaram surpresas. Nos sentimos validados.

    Agora, nós vamos para os playoffs e sabemos que somos capazes de vencer os atuais campeões em sua casa, uma das arenas mais difíceis de se jogar na NBA.

    O próximo passo é usar o que aprendemos e coloca-los em uma série de sete jogos.

    Logo depois que eu fui negociado para Boston, recebi um texto de Isiah Thomas – o mais velho. Ele disse: “Esta é a melhor coisa que vai acontecer na sua carreira”

    Eu realmente não sei o que ele quis dizer com isso. Então eu liguei para ele, que explicou para mim.

    “Agora você vai experimentar o que é o basquete de verdade, o que são os verdadeiros fãs, o que é uma verdadeira organização. E eles vão amar você mais do em qualquer lugar que você esteve”

    Honestamente, eu ainda não sabia o que ele queria dizer. Jogar em Boston é uma daquelas coisas que você não pode se preparar e não pode compreender até que você experimenta.

    Agora eu entendi.

    Jogar em Boston mudou minha carreira. Eu nunca fui capaz de jogar com esse tipo de liberdade, e por isso eu estou jogando com mais confiança.

    E os fãs têm me recebido de braços abertos, também.

    Eu sou baixinho – tenho apenas 1,75m – a menos que você seja um grande fã de basquete, você provavelmente não vai me reconhecer em torno da cidade. Eu não sou como Jared Sullinger, esquivando-se na porta de um restaurante. Eu me misturo.

    Pelo menos era assim em todos os lugares que joguei. Aqui em Boston, no entanto, as pessoas me reconhecem em todo os lugares que eu vá. É diferente de tudo o que eu já experimentei, e eu amo cada minuto disso.

    Meus pais volta e meia aparecem em jogos no Garden. Toda vez que eles vão, dizem: “Você sabe que existem muitas camisas 4 na multidão?”

    Eu sei.

    E eu aprecio o amor, Boston.

    Eu aprecio o fato de que, acima de tudo, você me abraçou. Da mesma forma em que Danny Ainge e Brad Stevens me abraçaram. Por ser Isaiah Thomas.

    O velho Isiah estava certo. Estar em Boston tem sido a melhor coisa que poderia ter acontecido para a minha carreira. Eu posso honestamente dizer que me sinto abençoado por fazer parte desta cidade e desta organização.

    Eles dizem que se você ganhar um campeonato em Boston, você vai ser amado para sempre.

    E eu quero que cada indivíduo nesta equipe experimente isso.

    Isaiah Thomas, de 27 anos, é armador do Boston Celtics desde fevereiro de 2015, e escreveu este artigo para o site The Players’ Tribune durante a temporada 2015/2016 da NBA. Graças ao excelente desempenho pelo Alviverde, Thomas foi convocado para o All-Star Game de 2016, disputado em Toronto.

    Compartilhe WhatsApp Facebook Twitter Copiar Link E-mail
    Artigo AnteriorDraft 2016 – Brandon Ingram
    Próximo Artigo Draft 2016 – Jaylen Brown
    Gustavo Arruda

    Gustavo, 28 anos, é maranhense de São Luís, jornalista formado pela UFMA e repórter do Imirante.com. Fanático por esportes, principalmente futebol e basquete, é torcedor celta desde 2003, quando ouviu pela primeira vez o TD Garden lotado entoando "Let's go, Celtics!", e escreve no Celtics Brasil desde julho de 2011, com mais de 1.700 textos publicados. Nas horas vagas, é goleiro, armador, tio do João Gabriel e da Alice, e também dá seus pitacos sobre o maior campeão da NBA no Twitter: @gustavoarruda01.

    Mais textos pra você

    O Celtics precisa se preocupar com Derrick White?

    11/05/20265 Mins de leitura

    O que fazer com Kristaps Porzingis?

    29/05/20253 Mins de leitura

    Jrue no Texas? Mavs podem explorar troca com Celtics

    28/05/20253 Mins de leitura
    Ver 14 Comentários

    14 Comentários

    1. Renato em 03/06/2016 09:55

      Esse baixinho tem coração Celta!

    2. Renato em 03/06/2016 09:56

      Sensacional. Melhor texto da página. Estou com lágrimas nos olhos. Essa sensação dele como o jogador e a mesma minha como torcedor. Antes de torcer para o Celtics não entendia essa paixão.

    3. Fábio Malet em 03/06/2016 11:02

      Que baita texto do anão. Sensacional!

    4. Francisco Machado em 03/06/2016 11:27

      Rapaz, que emocionante

    5. Diego Gondim em 03/06/2016 12:11

      Texto esplêndido. Me emocionei. Incrível torcer por este time. Infelizmente, só me liguei na NBA em 2010 e felizmente vi o celtics jogar. Me apaixonei por este time assim que vi a atmosfera em quadra, a garra de KG, o talento do Rondo e o poder de decisão de Pierce. Possuo alguns artigos verdes, mas ainda vou a Boston sentir a adrenalina de perto. Me sinto completamente representado em quadra. Hoje, após esses anos, esse amor pelo verde só cresce. Tenho orgulho de ser celta. Let’s GO celtics.

    6. Rodney Oliveira em 03/06/2016 14:07

      Que texto do Isaiah.. Olha.. se não fosse como Jogador de basquete, seria como escritor rssss
      nítida sensação que temos alem de ótimo jogador, um torcedor em quadra!

    7. Paulo Sérgio em 03/06/2016 14:31

      Arrepiado estou.

    8. Guilherme Varella em 03/06/2016 14:35

      Ja havia lido esse texto em ingles, é simplesmente sensacional

    9. David Pessoa em 03/06/2016 15:05

      Isso só sustenta o que eu ja escrevi algumas vezes aqui, o anão nunca vai querer sair de Boston.O Celtics mudou a sua vida, antes ele era apenas um reserva com poucos minutos, hoje ele é a estrela do time, chegou finalmente nos playoffs, é um all-star e está escrevendo uma nova etapa da história do nosso time, uma etapa de jogadores que antes eram ignorados e que hoje, com muita raça, alcançam o que era considerado impossivel de um elenco considerado fraco.Isso tudo meus amigos, porque a camisa pesa e o Celtic Pride se renova na força de vontade desses jovens jogadores.

    10. Rogerio Rodrigues em 03/06/2016 20:27

      Ja havia lido esse texto em ingles. IT é foda, se identificou demais com a franquia e torcida e vice-versa.

    11. MarCeltics em 03/06/2016 21:30

      Espetacular. Só faz o meu Amor crescer ainda mais por essa Franquia. E meu Respeito pelo Isaiah Thomas.
      Let’s Go Celtics!

    12. Mauricio Green em 04/06/2016 02:56

      Celtics Pride!!!!

    13. Digor33 em 04/06/2016 09:57

      Galera, concordo com todos. Sou um pouco cético (além de céltico kkkkk) sobre quem editou o depoimento, apesar de real, pode ter sido editado por um editor, afinal, marketing como este não é por acaso. Nos USA então onde são mestres no marketing, não deixariam uma história como está sem acompanhamento profissional. Mas isso não retira a força e o sentimento do IT.

      Como é apaixonante ver um depoimento como este. Prova que a torcida e o ambiente em Boston são realmente diferenciados.

    14. Chiovato em 04/06/2016 10:50

      Cara, depoimento de vida e as grandes mudanças que a vida nos proporciona simplesmente sensacional!! Thomas é obviamente o jogador que mais gosto, pela entrega e por saber o que é ser celta! Mas com este depoimento sou mais seu fã!!! Não por só por ser Celtics, mas por uma história bonita, de um cara humilde que queria apenas sua chance no basquete, e hoje é ídolo simplesmente no Celtics, e ele nem pediu por isso!! Apenas abraçou a chance e reconheceu o amor da instituição e torcida por ele, pelo ser humano que é, pelo esporte e a vida!!
      excepcional matéria!!! bem editada não perdendo a íntegra do sentimento! Muito bom ver este tipo de material no mundo tão superficial de hoje e ver um jogador tão maduro e grato ao ser humano e instituição que estes formam!!

    Mais Lidos do Mês

    Jaylen Brown nega saída do Celtics, mas rumores aumentam pressão sobre Boston

    07/05/2026

    Ubuntu: a filosofia por trás do sucesso do Boston Celtics em 2008

    07/10/2023

    Jayson Tatum impressiona em treino e desponta como favorito para ser o novo calouro do Celtics

    21/06/2017
    Mais Recentes

    O Draft do Boston Celtics em 2025

    26/06/20255 Mins de leitura352 Visualizações

    Aconteceu nos dias 25 e 26 de junho o Draft da NBA para a temporada…

    O Boston Celtics está com problemas financeiros?

    30/05/2025

    Jayson Tatum passa por cirurgia

    13/05/2025
    SIGA O CELTICS BRASIL
    • Facebook
    • Twitter
    • Instagram
    • YouTube
    • TikTok
    • WhatsApp
    Favoritos dos Leitores

    Glossário do Basquetebol – Parte 2

    15/12/20103 Mins de leitura

    Confira na coluna “Aprende Sem Berro” de hoje a segunda parte do glossário do basquete.

    Seja como a água

    02/11/20157 Mins de leitura

    Be like water (Seja como a água em português) é uma famosa frase e filosofia…

    Notícias sobre Tony Allen

    10/01/20101 Min de leitura

      Após se sair bem substituindo o astro Paul Pierce – afastado por 5 jogos…

    História

    Larry Bird: “Sempre achei que não aproveitamos ao máximo”

    10/03/20253 Mins de leitura

    Lenda celta diz que o Celtics dos anos 80 não atingiu seu pleno potencial, apesar…

    Bill Russell x Wilt Chamberlain

    31/07/2022

    1969 – Na despedida de Russell, a conquista do 11º título

    31/07/2022

    1957 – O primeiro grito de campeão

    31/07/2022
    Acompanhe o PodCeltics
    Notícias

    Jaylen Brown nega saída do Celtics, mas rumores aumentam pressão sobre Boston

    07/05/2026

    Celtics deve priorizar reforço no garrafão após queda nos playoffs

    06/05/2026

    Brad Stevens sinaliza mudanças no Celtics após eliminação para os 76ers

    06/05/2026
    Análises

    O Celtics precisa se preocupar com Derrick White?

    11/05/2026

    Quanto Boston pode gastar na offseason da NBA?

    07/05/2026

    Avaliação de Desempenho Individual da Temporada 2024-2025

    15/04/2025

    Mais de uma década de conteúdos, informações, resenhas e muita torcida pelo Boston Celtics.

    Quer fazer parte da nossa comunidade? Nos siga nas redes sociais e entre no nosso grupo do Whatsapp!

    Facebook X (Twitter) Instagram YouTube WhatsApp TikTok

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.