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Guia Mundial Feminino – Grupo A

Após cobrir o mundial masculino de basquete, o Celtics Brasil não vai deixar de lado a edição feminina, que começa na próxima quinta-feira, 23/09. Fique por dentro das seleções e dos destaques do grupo A.

O grupo A é o mais forte da competição. Conta com a atual campeã, Austrália, que deve terminar na primeira posição do grupo. Já as outras duas vagas serão disputadas entre três seleções muito fortes: Bielorrússia, Canadá e China, que farão um duelo muito equilibrado para ver quem avança à segunda fase.

A única seleção do grupo que já chega “derrotada” à República Tcheca é a canadense, pois a equipe não vai contar com sua principal jogadora. Mas mesmo assim, muito atenção, pois o Canadá pode surpreender.

Os Jogos deste grupo serão realizados em Ostrava.

Austrália

Posição no Ranking da FIBA: 3º lugar (902 pontos)
Como chegou ao mundial: Campeã da Copa da Oceania
Posição no Mundial 2006: Campeã Mundial
Posição nas olimpíadas de Pequim: 2º lugar
Principais Títulos: Mundial (2006)
Destaques:  Lauren Jackson (Seattle Storm – WNBA), Penny Taylor (Phoenix Mercury – WNBA), Liz Cambage (Bulleen Boomers – AUS), Kristi Harrower (Bendigo Spirit – AUS)
Desfalque: Suzy Batikovic
Técnico: Carrie Graf

Atual campeã mundial, a Austrália vem fortíssima e é uma das favoritas ao titulo. O time que tem como destaque absoluto a pivô Lauren Jackson, parece chegar para esse mundial com um time ainda superior ao de 2006, quando conquistaram o título. Esse time da Austrália está sendo considerado por muitos como o mais forte de todos os tempos.

O time australiano mantém seu trio de ouro: com a atual campeã e MVP da WNBA, a pivô Lauren Jackson (1,96m). A super habilidosa ala, Penny Taylor (1,85m). E a experiente e talentosa armadora, Kristi Harrower (1,63m).

Agora a equipe ganha o reforço da pivô revelação, Elizabeth Cambage (conhecida por Liz Cambage), que com 2,03m e apenas 19 anos, vem exercendo um bom papel no garrafão, como no amistoso contra os EUA, onde foi cestinha da Austrália com 18 pontos. Ao lado de Lauren Jackson promete formar uma excelente dupla no garrafão. A Austrália também conta com a chagada da ala-armadora Jenna O’Hea (1,87m), que não esteve no mundial 2006, porém vem se destacando em todos amistosos.

Isso sem mencionar outras ótimas jogadoras. Como a pivô Hollie Grimma (1,90m), e a outra revelação, a pivô Marianna Tolo (1,96m – 21 anos). Além da armadora Tully Bevilaqua (1,65m – titular na WNBA), Abby Bishop (Campeã da liga feminina dos EUA ao lado de Jackson), a experiente ala, Belinda Snell (1,80m). Para ser campeã novamente, a Austrália deve “apenas” superar sua pedra no sapato: a seleção dos EUA.

Bielorrússia

Posição no Ranking da FIBA: 16º lugar (110 pontos)
Como chegou ao mundial: 4º lugar no Europeu 2009
Posição no Mundial 2006: Não participou
Posição nas olimpíadas de Pequim: 6° lugar
Principais Títulos: Nenhum
Destaques: Yelena Leuchanka (Atlanta Dream – EUA), Anastasiya Veremeenko (Nadezhda Orenburg – RUS), Marina Kress (Extragusa – ESP), Tatyana Troina (Maccabi Ramat Hen – ISR), Nataliya Trafimava (Wisla Krakow – POL)
Desfalques: Nenhum
Técnico: Anatoly Buyalski

A Bielorrússia é um time que vem crescendo a cada competição. Surgiu no cenário internacional no Europeu de 2007, quando disputou a competição pela primeira vez e já conseguiu conquistar a medalha de bronze, derrotando a Letônia.

Assim, conseguiram vaga no Pré-Olímpico Mundial, onde conseguiram vencer a seleção brasileira (na prorrogação, por 86-79) e garantiram a vaga para as olimpíadas de Pequim (jogo do qual teve todo o problema com a brasileira Iziane Castro Marques).

Estão em um grupo complicado e terão a difícil missão de chegar pelo menos na segunda fase.

A Bielorrússia é um time de alta estatura, que conta com alas habilidosas e altas, como Tatyana Troina (1,88m) destaque no basquete russo e Nataliya Trafimava (1,86m – ala-armadora), que atuou ao lado de Iziane na Polônia. Vindo com seu time titular a Bielorrússia pode surpreender nesse mundial.

No entanto, a principal força das bielo-russas é o forte garrafão. Liderado pela belíssima pivô, Yelena Leuchanka (1,96m) que é também modelo e foi finalista da WNBA (ao lado das brasileiras Iziane e Érika). Leuchenka é uma pivô muito habilidosa (arremessa de curta e longa distância), sabe marcar, se posiciona muito bem em quadra e tem um ótimo aproveitamento da linha dos 3 pontos. No garrafão Bielorruso também temos Anastasiya Veremeenko (1,93m) e Marina Kress (1,93m), esta última vem se destacando em todos os amistosos. Ambas são pivôs que seguem as características européias e arremessam bem da linha de 3.

China

Posição no Ranking da FIBA: 7º lugar (318 pontos)
Como chegou ao mundial: Campeã Asiática
Posição no Mundial 2006: 12° lugar
Posição nas olimpíadas de Pequim: 4º lugar
Principais Títulos: Dez vezes Campeã Asiática (1976, 1986, 1990, 1992, 1994, 1995, 2001, 2004, 2005 e 2009)
Destaques: Miao Lijie (Shenyang Army – CHI),  Chen Nan (Ba Yi – CHI), Ma Zengyu (atua na China).
Desfalques: Nenhum
Técnico: Sun Fengwu

A China vem buscando seu retorno à elite do basquete feminino. E vem conseguindo resultados expressivos. Em 2008 terminou em 4º lugar nas olimpíadas de Pequim. Já em 2009 conquistaram o título asiático (que não venciam há cinco anos), e assim obtiveram a classificação para o mundial 2010. Isso sem falar nos ótimos resultados nos amistosos preparatórios para o mundial, onde a China venceu 3 vezes as atuais campeãs mundiais,  as Australianas (por 74-59, por 78-73 e  por 85-82.).

Essa força chinesa se deve as excelentes performances de alguns destaques da equipe, como a excelente ala Miao Lijie (1,78m) que já teve passagem pela WNBA (em 2006 no extinto Sacramento Monarchs). A pivô Chen Nan, que com 1,95m vem fazendo a diferença no garrafão. E Ma Zengyu, que conseguiu ser cestinha do time chinês nos últimos seis amistosos.

Canadá

Posição no Ranking da FIBA: 12º lugar (166.2 pontos)
Como chegou ao mundial: 3º lugar na Copa América  2009
Posição no Mundial 2006: 10° lugar
Posição nas olimpíadas de Pequim: Não participou
Principais Títulos: Nenhum
Destaques: Kim Smith, Kaela Chapdelaine (MBK Ruzemberok – SVQ) e Teresa Gabrielle.
Desfalques: Tammy Sutton-Brown
Técnico: Allison McNeill

Podemos dizer que a seleção canadense é uma das grandes zebras deste mundial. A equipe conseguiu a vaga para o torneio superando a desfalcada seleção de Cuba na Copa América de Basquete.

O Canadá é um time limitado, que não vai contar com seu principal nome no basquete feminino: a pivô Tammy Sutton-Brown (um dos destaques da WNBA), que se quer foi cogitada na seleção.

Com destaque para a ala Kim Smith (1,87m) e comandado pelas habilidosas armadoras, Teresa Gabrielle e Kaela Chapdelaine. As canadenses vão ter a dura (quase impossível) missão de não serem eliminadas na 1ª fase do mundial.

Por: Ciro Nery

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Redação Celtics Brasil

3 comentários

  1. RFORNER

    Brasil tem boas chances, mas aposto na Austrália.

  2. jonathas

    Entendo nada do feminino…Tomara que dê Brasil.

  3. RFORNER

    AE GALERA

    Tá rolando na ESPN americana uma votação dos melhores times de todos os tempos, primeiro foram formados os times dos sonhos, agora eles estão disputanto em chaveamento igual ao playoff.

    Celtics x Bulls

    Votem no Celtics em peso, vamos vencer essa chave, termina hoje, amanha é a final de conferencia.

    VOTEM JÄ.

    http://espn.go.com/espn/greatestteam/nba/

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