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Relembre como foi a participação dos atletas do Boston Celtics na Copa do Mundo de Basquete

Enquanto as atividades de pré-temporada não iniciavam, seis atletas do Boston Celtics viajaram até a China e participaram da Copa do Mundo, que começou no dia 31 de agosto e teve sua final realizada no dia 15 de setembro, com a vitória da Espanha sobre a Argentina. O desempenho celta na Copa do Mundo teve alguns momentos de euforia, com boas atuações de Kemba Walker e Vincent Poirier subindo ao pódio, mas também contou com desempenhos discretos de atletas importantes. Relembre:

Kemba Walker

Como era esperado, o armador Kemba Walker assumiu, na seleção dos Estados Unidos, o papel de líder e referência ofensiva que o Boston Celtics tanto precisa para a temporada 2019/2020 da NBA. Cestinha e melhor assistente da equipe norte-americana, Walker disputou sete partidas, com médias de 14,4 pontos, 5,4 assistências e 3,0 rebotes em 25,4 minutos, com 48,6% de aproveitamento nos arremessos e 38,5% de três pontos. Apesar do bom desempenho, o camisa 8 celta não conseguiu impedir o vexame dos Estados Unidos, que encerraram o Mundial na sétima colocação.

Jayson Tatum

Mesmo com um aproveitamento de apenas 31,8% nos arremessos, o ala Jayson Tatum deixou uma boa impressão nos dois jogos que disputou pelos Estados Unidos na Copa do Mundo. Chamando a responsabilidade na quadra de ataque, o ala teve médias de 10,5 pontos, 7,5 rebotes, 2,5 assistências e 1,5 tocos em 24,3 minutos. A participação de Tatum no Mundial, entretanto, foi abreviada por uma entorse no tornozelo: o camisa 0 celta vivia a expectativa de retornar nas semifinais, mas o plano foi encerrado com a eliminação precoce dos Estados Unidos.

Jaylen Brown

Atleta do Boston Celtics que mais atuou na Copa do Mundo, com oito jogos, o ala-armador Jaylen Brown teve um momento de brilho na vitória dos Estados Unidos sobre o Japão, quando anotou 20 pontos e pegou sete rebotes, mas oscilou muito durante a competição e registrou números discretos: 7,9 pontos e 4,3 rebotes em 20 minutos.

Marcus Smart

Surpresa na convocação dos Estados Unidos, o combo guard Marcus Smart amargou o banco de reservas durante a Copa do Mundo e perdeu os últimos jogos do torneio de consolação por causa de lesões na panturrilha, quadril e mão. Assim como Jaylen Brown, Smart encerrou sua participação no Mundial sem grandes médias em cinco partidas: 6,4 pontos e 1,4 rebotes em 17,8 minutos.

Daniel Theis

Um dos nomes mais experientes da seleção da Alemanha, Daniel Theis revezou a função de ala-pivô com Maxi Kleber, que atua no Dallas Mavericks, e atuou em cinco duelos. Com muita entrega em quadra, Theis encerrou a Copa do Mundo como principal reboteiro alemão, tendo médias de 7,6 pontos e 6,0 rebotes em 17,8 minutos. Mesmo com Theis tendo um desempenho regular, a Alemanha foi eliminada na primeira fase.

Vincent Poirier

Reforço do Boston Celtics para a temporada 2019/2020, o pivô Vincent Poirier não teve muitas oportunidades na Copa do Mundo, até porque o titular da França é Rudy Gobert, astro do Utah Jazz e duas vezes eleito o melhor defensor da NBA. Mesmo com pouco espaço, Poirier deixou uma boa impressão quando esteve em quadra, principalmente na defesa. Em sete jogos, o pivô teve médias de 5,4 pontos e 3,9 rebotes em 14,5 minutos, ajudando a França a conquistar a medalha de bronze.

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Gustavo Arruda
Gustavo, 28 anos, é maranhense de São Luís, jornalista formado pela UFMA e repórter do Imirante.com. Fanático por esportes, principalmente futebol e basquete, é torcedor celta desde 2003, quando ouviu pela primeira vez o TD Garden lotado entoando "Let's go, Celtics!", e escreve no Celtics Brasil desde julho de 2011, com mais de 1.700 textos publicados. Nas horas vagas, é goleiro, armador, tio do João Gabriel e da Alice, e também dá seus pitacos sobre o maior campeão da NBA no Twitter: @gustavoarruda01.

2 comentários

  1. Fernando Henrique

    Eu gostei do Jaylen Brown nesse torneio. Jogou inclusive dentro do garrafão, até de pivô o Popovich colocou ele contra o Brasil. Mesmo sendo basquete fiba, com regras completamente diferentes, acho que foi uma excelente oportunidade de aprendizado pra ele, com certeza valeu a experiência.

    O maior ponto positivo, na minha opinião, é que os principais atletas celtas tiveram a oportunidade de treinarem juntos e adiantar o entrosamento com o Kemba

  2. Fernando Silva

    Estou de acordo. Bom para treinarem juntos, ouvir o Pop e começarem a se conhecer. Boa impressão do Kemba.

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