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Impressões pós Draft 2016 – Parte 1: O Recrutamento

Durante a noite do Draft 2016, na última quinta-feira, 23 de junho, muito se comentou, criticou e argumentou sobre os jogadores selecionados e sobre o andamento do evento. Jornalistas ajudavam a esclarecer as diversas movimentações ocorridas durante o recrutamento, mas também contradiziam-se e reportavam informações suspeitas. Passados alguns dias da conclusão do evento, as informações começam a tornar-se mais cristalinas e coerentes com a realidade, os prospectos são melhor analisados e estudados por aqueles que não o conheciam, e as inúmeras críticas furiosas ao trabalho de todos os 30 Gerentes-Gerais da NBA começam a arrefecer com o melhor entendimento das decisões feitas na noite do Draft.

Partindo deste cenário mais esclarecido do recrutamento ocorrido na última quinta, munido de uma melhor análise dos prospectos selecionados na noite e com rumores de negociações frustradas mais coerentes com a realidade, o colunista Fábio Malet dará suas impressões e opiniões acerca do NBA Draft 2016, partindo de um panorama geral para identificar vencedores, perdedores e surpresas da noite, passando pelo cenário ocorrido com o Boston Celtics e terminando com uma breve análise das tendências futuras para com o maior campeão da NBA. O texto será organizado em forma de FAQ (Frequently Asked Questions, em português, Questões Perguntadas Frequentemente) para melhor entendimento do leitor e contemplando alguns questionamentos direcionados ao Celtics Brasil desde a noite do draft.

A primeira parte desta pequena série de textos abordará o panorama geral do recrutamento de 2016.

Qual o grande vencedor do draft?

Com três escolhas na primeira rodada, o Philadelphia 76ers fez um ótimo trabalho recrutando três ótimos talentos. Na escolha #1, a equipe de Philadelphia não inventou tanto e deu um tiro certeiro no maior talento da classe: Ben Simmons. Uma escolha óbvia.

Mas o grande destaque do 76ers na noite foram as escolhas #24 e #26, onde selecionaram, respectivamente, o francês Timothe Luwawu e o turco Furkan Korkmaz. Dois europeus de ótimo potencial, que esperava serem escolhidos entre as escolhas #12 e #15.

Luwawu é um defensor versátil, com grande velocidade, atleticismo e ótimo arremesso de longa distância. Seu potencial é bastante intrigante, com espaço para evolução como criador de jogadas, num estilo de jogo parecido com o do compatriota, Nicolas Batum.

Korkmaz, por sua vez, é talvez o jogador ofensivamente mais técnico desta classe, dispondo de inúmeros dribles e movimentos bem desenvolvidos. Seu arremesso também é bastante sólido, além de possuir uma defesa de bom nível. Lembra um pouco o estilo de jogo de Manu Ginóbili, pelo grande arsenal ofensivo.

Outra equipe que teve um grande desempenho durante o Draft 2016 foi o Golden State Warriors. Dispondo de apenas uma escolha no recrutamento, o Warriors escolheu o pivô Damian Jones na última posição da primeira rodada (#30).

Jones é um pivô especialista defensivo, com grande potencial e ferramentas físicas para tornar-se um jogador de rotação na liga. Na 30ª escolha, Jones soa para o Warriors como um steal, ainda mais se considerarmos que Festus Ezeli deve testar o mercado em Julho, e que Jones pode substituí-lo a altura e com características semelhantes.

Além de Jones, o Warriors resolveu pagar pela escolha #38 do recrutamento, oriunda do Bucks, para selecionar o ala-armador Patrick McCaw. McCaw é o encaixe perfeito para o esquema de Steve Kerr: defensor de impressionante envergadura e velocidade e com arremesso de 3 pontos bastante consolidado.

Além de 76ers e Warriors, e se considerarmos apenas o recrutamento em si, também vejo o Boston Celtics como um vencedor desta noite. Todos esperavam uma troca que não veio, mas as escolhas de Danny Ainge foram bastante sólidas, incluindo dois potenciais steals na parte final da segunda rodada do evento. Aprofundarei mais sobre este assunto na segunda parte deste especial sobre o Draft.

Qual o grande perdedor do draft?

Para nossa alegria, o rival de divisão e detentor de uma escolha do próximo Draft, que muito nos interessa, Brooklyn Nets, foi um dos perdedores deste recrutamento. A equipe da cidade de Nova Iorque não tinha direito a nenhuma escolha durante o Draft, mas estava desesperada atrás de algumas, ainda mais por sediar o evento em seu ginásio.

Em troca realizada no dia do recrutamento, o Nets enviou o ala-pivô Thaddeus Young ao Indiana Pacers pela escolha #20. Com esta escolha, o Nets escolheu uma das maiores incógnitas da classe: Caris LeVert. O ala-armador de Michigan tem bastante talento, mas teve problemas de lesão em toda sua carreira universitária. Até por isso, era apontado para ser escolhido no meio da segunda rodada do Draft. Será que LeVert vai conseguir vingar em nível profissional, onde será muito mais exigido fisicamente?

O Nets também adquiriu, junto ao Jazz, a escolha #42. Com ela, a franquia de Nova Iorque recrutou o combo guard da pouco tradicional universidade de Seton Hall, Isaiah Whitehead. Whitehead chega para contribuir de imediato com sua defesa bem desenvolvida. Por outro lado, ele não demonstra tanto potencial e tem alguns problemas com seu arremesso. Ainda não entendo essa escolha para uma franquia teoricamente em reconstrução.

E o que dizer do Milwaukee Bucks que torrou sua 10ª escolha do Draft com o bigman Thon Maker? Maker é um ótimo talento. É raríssimo alguém com 2,16m ter a destreza, habilidade, velocidade e o arremesso que Maker tem. É um dos meus jogadores favoritos desta classe e esperava que sobrasse para o Celtics na escolha #31. Mas o problema desta escolha é outro.

Maker é um dos prospectos mais polêmicos desta classe. Para começar, ele irá do High School (Ensino Médio) diretamente para a NBA, em decisão controversa da liga. Por conta disso, era cotado para o final da primeira rodada ou até, para o começo da segunda. E, ainda, horas antes do recrutamento, propagou-se a informação de que o sudanês de nascimento teria, na realidade, 23 anos, e não os 19 alegados pelo mesmo. Com isso, esperava-se que ele fosse cair ainda mais no Draft. A escolha #10 não é um preço bastante salgado para tamanha incógnita?

E se não bastasse essa escolha no mínimo polêmica, o Bucks optou por um encaixe não muito favorável em sua escolha #36: o ala-armador Malcolm Brogdon. Brogdon é um especialista de defesa pronto para a NBA (parece-se um pouco com Tony Allen), mas em um elenco onde faltam especialistas em arremessos de longa distância, Patrick McCaw, selecionado duas posições mais tarde, poderia ser uma escolha muito mais efetiva.

E por último, mas não menos importante, o Sacramento Kings, que teve uma noite que pode ser traduzida no tweet de seu principal astro, o pivô DeMarcus Cousins (“Senhor, dê-me forças!”, em português):

Com a frontcourt cheia, sobrava para o Kings, na escolha #8, muitas opções de garrafão no board. Assim, um trade down da escolha #8 para a escolha #13, ganhando de lambuja a escolha #28 e o ótimo ala-armador sérvio Bogdan Bogdanovic, fazia bastante sentido. Ótima movimentação do Kings. Até que…

Até que na escolha #13, com ótimo prospectos de backcourt disponíveis àquela altura, o Kings escolhe o pivô grego Georgios Papagiannis! O atleta do Panathinaikos sequer era cogitado para ser uma escolha de primeira rodada, com muitos especialistas o colocando até em escolhas do meio pro fim da segunda rodada.

O destaque de Papagiannis é seu tamanho. Com 2,19m e 19 anos, pode ser bastante trabalhado para o futuro. Só que é um prospecto bastante cru, com estrutura frágil e difícil de ser encorpada, e sem nenhuma técnica aparente. O General Manager do Kings, Vlade Divac, é do ramo, mas pegou de surpresa bastante gente com esta escolha.

Malachi Richardson na #22 e Isaiah Cousins na #59 são ótimas escolhas, preenchendo bem as lacunas do elenco do Kings. Só que na posição #28, o Kings fez mais uma escolha polêmica: Skal Labissiere.

Há um ano, Labissiere era cotado para ser a primeira escolha deste Draft. Uma temporada universitária decepcionante o fez cair algumas posições no recrutamento, quando era apontado para ser uma escolha no fim da loteria (#9 a #14). Estranhamente, Labissiere foi despencando bastante na noite do Draft. Claramente, as franquias sabiam de algum problema que o público não sabia, seja ele de saúde ou comportamental (logo após o Draft, fora reportado que o mesmo tem um problema grave nas costas).

A esta altura, uma aposta em Labissiere faria todo o sentido. Mas não para o Kings. A franquia de Sacramento, como citado anteriormente, tem uma frontcourt bastante cheia. Além disso, já havia selecionado outro bigman durante o recrutamento e, ainda, Labissiere tem características muito parecidas com o outro bigman sendo desenvolvido na capital da California, Willie Cauley-Stein. Soma-se a isso o problema de Labissiere, citado no parágrafo anterior, e em uma franquia que não tem tato para desenvolver talento… O pacote todo dá razão ao desabafo do problemático, mas sincero, DeMarcus Cousins.

Quais as maiores surpresas do draft?

A primeira surpresa deste draft com certeza foi a seleção de Thon Maker na 10ª posição do recrutamento. Se nas nove primeiras escolhas da noite o evento estava, de certa forma, até monótono, com escolhas totalmente dentro do que se esperava previamente, o anúncio do nome de Maker como a 10ª escolha, pelo Milwaukee Bucks, pegou todos de surpresa, pulverizando qualquer mock draft que estivesse invicto até aquela altura. Como dito na resposta anterior, acho Maker bastante talentoso e creio que seria uma aposta válida, se feita no final da primeira rodada ou no começo da segunda. Mas o preço altíssimo que o Bucks pagou para ter o controverso prospecto sudanês foi, se não a maior, mas a primeira grande surpresa da noite.

Na 13ª escolha do recrutamento, o Kings chocou o público com a escolha do gigante grego Georgios Papagiannis. O nome dele era cogitado para ser escolhido do começo para o meio da segunda rodada do draft e sua escolha adiantada foi outra boa surpresa do evento.

Quando na escolha #16 do Draft, pertencente ao Boston Celtics, o comissário da NBA, Adam Silver, anunciou o nome do ala-pivô francês, Guerschon Yabusele, um misto de espanto e muitas vaias pode ser percebido em todo o canto do mundo que possui algum torcedor do maior campeão da NBA. E não é pra menos, quem esperava que Yabusele fosse selecionado àquela altura? A promessa de escolha recebida por Yabusele, de Spurs (escolha #29) e principalmente de Hawks (escolha #21), talvez amenizem o sentimento de frustração do torcedor que acompanhava o evento ao vivo. Aprofundarei sobre esta e as outras escolhas do Celtics no segundo texto deste especial.

Não pelo talento, mas pelo alto histórico de lesões, a seleção de Caris LeVert na 20ª posição do draft foi uma grande surpresa para o torcedor do Brooklyn Nets. Alguém com tamanha fragilidade física no basquete universitário, conseguirá ter sucesso na NBA? Até pode acontecer, mas ele já começa de forma pouco usual, já que não estará presente na Summer League da próxima semana e não deve nem estar apto a jogar as primeiras partidas do Nets na temporada regular.

Mas não é só de escaladas inesperadas que vive o Draft. Há também desmedidas quedas durante o evento, geralmente motivadas por algum problema extra-quadra de algum atleta, seja ele físico ou comportamental. Foi o que aconteceu com o bigman Skal Labissiere. O atleta ex-Kentucky, cogitado para ser a 1ª escolha do Draft um ano atrás, era esperado para ser selecionado pelo menos entre as escolhas #10 e #15. Mas ele foi continuando no board por quase toda a primeira rodada, intrigando bastante quem acompanhava o evento. Na 28ª escolha ele pode vir a tornar-se um verdadeiro steal para o Kings, mas é bastante estranho que tantas franquias tenham passado um jogador de seu talento. O que houve com Labissiere? Há fortes boatos de que ele possui um grave e crônico problema nas costas, que deve limitar sua carreira na liga. E pelo cenário apresentado na noite do Draft, diria que é a explicação mais provável para a queda de Skal.

Mas também há os casos em que, simplesmente, os avaliadores de fora das franquias viam muito mais nos jogadores do que os olheiros e o corpo diretivo das próprias equipes. Um desempenho fraco nos treinamentos privados, uma entrevista mal conduzida, ou simplesmente a idade avançada e pouco potencial vislumbrado podem fazer com que alguns jogadores de talento caiam tanto no recrutamento. Este parece ter sido o caso de Deyonta Davis, Cheick Diallo e Demetrius Jackson, por exemplo.

Davis era apontado para ser selecionado entre as posições #10 e #16 e acabou caindo até a primeira escolha da segunda rodada (#31). E, ainda, o Celtics, detentor da escolha, trocou imediatamente o jogador para o Grizzlies, juntamente da escolha #35, por uma futura escolha de primeira rodada. Deyonta não teve nenhum problema físico ou comportamental (drogas, instabilidade psicológica, envolvimento com crimes) reportados. Logo, para ser passado por tantas equipes, deve ter realizado fracos treinamentos com as franquias, ter demonstrado alguma peculiaridade negativa nas entrevistas (falta de humildade, acomodação, entre outros), ou simplesmente as equipes não acreditaram no potencial do jogador ou não têm a paciência necessária para trabalhar a crueza do atleta.

Cotado para ser uma escolha de 1ª rodada, inclusive aparecendo na posição #18 em muitos mocks, o bigman Cheick Diallo caiu até a posição #33 do recrutamento, sendo selecionado pelo New Orleans Pelicans. O caso de Diallo parece ser semelhante ao de Deyonta Davis, até porque ambos jogaram apenas um ano no basquete universitário e têm apenas 19 anos.

O caso de Demetrius Jackson, selecionado pelo Boston Celtics na 45ª posição do Draft, é o mais curioso. Cotado para ser uma escolha do final da primeira rodada do recrutamento, o armador de Notre Dame simplesmente destruiu nos treinamentos privados do Celtics e impressionou bastante o Gerente Geral do Celtics, Danny Ainge e o treinador da equipe, Brad Stevens. Ainge tinha o plano de selecioná-lo com a escolha #31 ou #35, mas a proposta de troca recebida do Grizzlies foi tentadora, ainda mais para uma equipe com oito escolhas naquele Draft. Pois Jackson caiu até a escolha #45, no colo do Boston Celtics. Ainge não pôde nem acreditar e nem titubeou em selecionar Jackson. Talvez tenha caído tanto no recrutamento pelo fato de ter 21 anos e não ter tanto potencial quanto outros jogadores mais jovens selecionado a sua frente. De qualquer forma, foi uma grande surpresa ter caído tanto no evento.

Quais os maiores candidatos a steal do draft?

O Philadelphia 76ers, que indiquei como um dos vencedores do recrutamento na primeira resposta, selecionou dois jogadores que podem virar verdadeiros steals desta classe: Timothe Luwawu e Furkan Korkmaz. Ambos estavam cotados para ser selecionados em escolhas próximas ao final da loteria (#12 a #15) e acabaram sobrando para a franquia de Filadélfia nas escolhas #24 e #26, no final da primeira rodada. Quem sabe o 76ers não sai deste limbo sem fim com a ajuda do “novo Batum”, Luwawu, e do “novo Ginóbili”, Korkmaz.

A queda de Labissiere, explicada na resposta anterior, podem dar indícios de que o jogador não brilhe na NBA. Mas quem sabe o bigman de Kentucky tenha uma carreira saudável na NBA, e confirme o talento que se esperava dele há um ano, quando era candidato forte à 1ª escolha do recrutamento?

Damian Jones (#30), Deyonta Davis (#31), Ivica Zubac (#32), Cheick Diallo (#33), Demetrius Jackson (#45) e Paul Zipser (#48) são outros jogadores de talento e que podem surpreender na liga e tornar-se em verdadeiros steals.

 

E você torcedor do Boston Celtics, o que achou do Draft de 2016? Para você quais as equipes vencedoras e perdedoras do recrutamento? E quais as surpresas e steals da noite? Sinta-se à vontade para opinar, discordar e debater na caixa de comentários abaixo.

Nos próximos dias, será publicada a segunda parte deste especial de impressões pós-Draft, com o assunto principal sendo o desempenho do Celtics no recrutamento. Fique ligado!

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Fábio Malet
Gaúcho de Porto Alegre, bacharel em Ciência da Computação e engenheiro de softwares sênior. Apaixonado por esportes, tem o jornalismo como um hobby e pretende, futuramente, fazer pós-graduação na área. Acompanha NBA desde o começo de 2007 e, pé-quente, viu seu Boston Celtics ser campeão na primeira temporada inteira a que assistiu. Torce também para Grêmio, Tottenham Hotspur, Boston Red Sox e Green Bay Packers.

7 comentários

  1. Lucas

    Vencedores do Draft: Sixers, Lakers e Warriors. Perdedores do Draft: Nets (melhor coisa que aconteceu nesse draft), Bucks e Kings (não podia deixar de aparecer né). Quanto a nós, num foi ruim o draft, longe disso, mas também não foi espetacular. Água de banheira num primeiro momento, mas veremos.

  2. Sander

    Eu tbm achei que o Bentil caiu muito no draft, foi um stral para nós.

  3. drakes

    Dos estrangeiros, eu ficaria como steal com Ante Zizic por ser o jogador europeu atual com menos de 22 anos mais produtivo e Korkmaz pelo dito no texto do Fabio.

    Dos jogadores vindo na NCAA, Dejounte Murray apesar do spurs não me parecer ser um time que goste de seu estilo…mas…

  4. Renato

    Os vencedores do draft 2016 em princípio foram Sixers, Lakers e GSW.

    Os perdedores do draft 2016em princípio foram Magic, Bucks e Kings.

    O Celtics fez um draft de mediano para bom. Bronw, Zizic e Jackson foram boas escolhas. Bentil parece ter algum potencial. A escolha 58 oferecia pouca coisa. Agora Yabusele na 16 rs, tudo bem que parece promissor os vídeos dele e tinha promessas do Hawks e Spurs, mas passamos muito jogador bom para pegá-lo, ou seja, essa escolha compromete nosso resultado, até que prove ser um steal.

    • Oberdan Gonzalez

      Amigo Renato, concordo com você em tudo, menos na pick 58. Se era para pegar o Abdel Abdul, eu posso dar no mínimo dez nomes que tem mais chances de se tornar um profissional da liga.

      Kaleb Tarczewski
      Anthony Cat Barber
      Kyle Wiltjer
      Alex Poythress
      Mamadou Ndiaye
      Marshall Plumlee
      Rasheed Sulaimon
      Jarrod Uthoff
      Dorian Finney-Smith
      Gary Payton II

      Valeu camarada. Abs.

  5. Olha, confesso que até gostei das escolhas do Celtics, mas chamar de “vencedor” é de mais. O maior erro do Celtics não foi não ter trocado, mas sim oferecer pra deus e o mundo a escolha, entrar todo galopante na noite do Draft, e sair de lá com jogadores que não estavam cotados para serem escolhidos nessas posições. O que Ainge fez foi DESVALORIZAR as próprias escolhas (independentemente de eu os achar bons jogadores). Celtics até pode não ter sido um dos perdedores, mas obviamente que não foi um dos vencedores. Os movimentos foram claramente errados, mas é tudo muito no escuro, até Ben Simmons pode dar errado. Dito isso, espero que mesmo errando o Celtics acerte e os jogadores evoluam e se tornem bons/ótimos. Estou na torcida.

  6. Oberdan Gonzalez

    Só pra constar…

    O Yabusele está “diminuindo”.
    Na lista dos jogadores da Summer League, ele está com 6’7″ !!!
    Já está com um altura boa pra SG…

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