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Destaque no Media Day, Faverani elogia o Celtics: ‘melhor time da NBA’

Desconhecido de boa parte da imprensa americana e também dos fãs do Boston Celtics, o pivô brasileiro Vitor Faverani foi uma das grandes atrações no Media Day da franquia, realizado na segunda-feira (30). Usando um moicano que chamou a atenção entre os presentes ao evento, o camisa 38 falou pouco, mas agradou bastante aos ouvidos mais exigentes: com declarações curtas e diretas, Faverani reafirmou o que já havia dito em entrevistas anteriores e não poupou elogios à nova equipe.

“Não é difícil vir para cá (para o Celtics). É o melhor time da NBA. É muito importante para mim. Acho que quero ficar aqui para sempre”, disse o brasileiro, com muita firmeza nas respostas. Vitor destacou ainda que não titubeou ao receber a proposta de deixar o basquete espanhol para jogar em Boston. “Meu agente disse: ‘O Celtics querem contratá-lo’, e eu respondi que ‘sim, rápido’. Não pensei muito”, afirmou.

Aos 25 anos e uma carreira ainda em ascensão, Faverani sabe que terá a oportunidade de sua vida no Alviverde de Massachusetts. Ciente disso, o atleta afirmou que estar no Celtics é a realização de um desejo antigo e que fará de tudo para ter sucesso na equipe. “Sinto-me em um sonho. Para mim, é um sonho colocar esta camiseta. As cores verde e branco… É como eu disse antes, é fácil vir aqui. É o Boston Celtics. É a NBA. É a melhor equipe. Adoro as lendas daqui, como Larry Bird”, elogiou Vitor, destacando o nome do ídolo celta nas décadas de 80 e 90, considerado um dos maiores atletas da história da franquia.

Questionado sobre as suas habilidades e o modo de atuar, até mesmo por ser um rosto novo no melhor campeonato de basquete do mundo, Faverani deixou claro que é um jogador de garrafão e que atua firme. “Meu estilo de jogo? Eu sou um pivô. Nada mais. Eu jogo em lances físicos. Gosto de passes, enterradas, jogadas de pick and rolls. Este é o basquete, se eu joguei assim na Espanha, espero que possa jogar aqui também”, explicou.

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Gustavo Arruda
Gustavo, 28 anos, é maranhense de São Luís, jornalista formado pela UFMA e repórter do Imirante.com. Fanático por esportes, principalmente futebol e basquete, é torcedor celta desde 2003, quando ouviu pela primeira vez o TD Garden lotado entoando "Let's go, Celtics!", e escreve no Celtics Brasil desde julho de 2011, com mais de 1.700 textos publicados. Nas horas vagas, é goleiro, armador, tio do João Gabriel e da Alice, e também dá seus pitacos sobre o maior campeão da NBA no Twitter: @gustavoarruda01.

20 comentários

  1. Diego Lopes

    Espero que jogue com a mesma firmeza que tem nas respostas da entrevista no media day. LET´S GO CELTICS!

  2. Henrique Ferreira

    Eu torço demais por brasileiros na NBA. Espero que ele desempenhe um bom papel. Minha torcida já tem.

  3. Gerson Guarino

    Curto e grosso ,perfeito . Tomara q jogue muito no Celtão !

  4. Rafael Taborda

    Torcendo para ter minutos na rotação e para que se desenvolva mais… pelo fato de que jogar na Espanha NÃO é a mesma coisa que jogar na NBA!

  5. Daniel Emiliano

    Brad disse que pelo que viu no primeiro treino, Faverani é o verdadeiro Big Man do Celtics.

    Não sei se com isso ele deu pinta de que ele pode ser titular… mas pareceu…rs

  6. Luiz

    duvido muito, mas muito mesmo, que esse cabra vá fazer alguma coisa de útil pro nosso time…não posso acreditar que um cara que penava na Espanha (sim, não me venham dizer que ele arrebentava lá …) vá conseguir destaque na NBA, ainda mais em um time em reconstrução…
    Tomara que eu erre

    • Daniel Emiliano

      Penava?
      Cara, o Faverani foi considerado por muitos especialistas como o MELHOR PIVÔ do basquete espanhol, nessa temporada que passou.

      Levou nas costas um time fraco para uma ótima colocação na tabela.

      Como assim, PENAVA ?

      • Luiz

        Bom, realmente não sabia dessa reputação.E precisamos relevar que especialistas existem aos montes. Se era tão bom, pq não foi pro DRAFT, numa época em que todos os times babam por um pirulão bom de tábua?
        Na minha opinião, e pelo pouco que eu vi ele jogando, acho que não vai acrescentar nada ao time…mais uma vez , não estou agourando, apenas opinando. Se virar um bom role player, já me considero desdito.
        Abraço

        • Marco Fernandes

          Huertas joga muito na Espanha e não vai pro Draft também, não é a coisa mais fácil sair do time/liga que você tem uma boa reputação para ser coadjuvante na NBA.

        • Daniel Emiliano

          Cara…de quando o Faverani se escreveu pro Draft até os dias de hoje, passou um bom tempo e ele evoluiu MUITO, seus números e ultimas temporadas mostram isso.

          Ele é muito jovem e ainda tende a evoluir. Não é um veterano vindo da europa. É um jovem com potencial de crescimento. É diferente.

          O Fato de ele não estar na seleção tmb não quer dizer nada, sendo que ele já foi convocado algumas vezes e não foi por diversos motivos. (Inclusive estava convocado pra Copa America, no mês passado).

          Eu acho que vocês fez criticas equivocadas, sem conhecer direito ele.
          Desculpa, só estou sendo sincero.

  7. Fernando

    Bom, vamos ver o que acontece. Torcer eu vou muito. Melhor que o Melo certamente será. Mas não quer dizer muito. Temos que ver em quadra.

  8. CosmeCelta

    Boto fé! Podia ser tão firme quanto o Nene.. Mas pelo que vi até hj dele está um pouco abaixo. Mas vamo que vamo Celtão.

  9. Vinicius Simões Bravo

    Complicado esses Centers de Euroliga se arriscarem na NBA. O Tiago Splitter demorou muito tempo até conseguir evoluir de verdade e se firmar no Spurs, e olha que no Spurs ele tem nada mais nada menos que Tim Duncan para auxiliar.
    Outra impressão que não me agrada é Gustavo Ayón. O cara simplesmente é considerado uma Estrela na Europa, tremendamente sondado pelas equipes europeias, e não conseguiu se firmar na NBA (ainda). Ah, e Ayón é muito melhor que Faverani.

    Tomara mesmo que Faverani jogue contra esses fatos e não sofra dos mesmos problemas.

    • Não vejo Ayon como decepção.

      Primeiro que nunca achei ele uma estrela do basquete Europeu.
      Suas médias nas ultimas duas temporadas lá foram de 13,3 pontos e 7,2 rebotes, nada que encha os olhos.

      Segundo que na NBA se ele não fez mais, é porque não deram chances.
      Seu aproveitamento de FG é muito bom, e temporada passada pelo Bucks, ele estava pegando 5 rebotes em 13 min, o que é MUITO, além de contribuir com 4,3 pontos nesse período.

      Aplique a regra dos 40min e você verá que nesse tempo de quadra ele faria 15,3 rebotes e 13,2 pontos, com FG de 60%

      Números que pra mim estão bem longe de serem motivos para decepção.
      Ou seja, se der mais minutos pra ele, e aciona-lo mais no ataque, Ayon pode ser útil pra várias equipes.

      Mas ele e Faverani tem jogos totalmente distintos, o mesmo vale para Splitter, então acho que os exemplos não são aplicaveis aqui.
      Vou esperar pra ver no que vai dar.

      Brad está ao menos nos comentário, se mostrando mais propenso a criar maneiras de adaptar o esquema aos jogadores, do que Rivers, que queria que os jogadores se adaptassem ao seu esquema.

      Isso pode ser de muito valor para quem está chegando, como é o caso do Faverani

  10. Felipe Nespolo

    Acho que o maior desafio para o Faverani vai ser romper a barreira do “médio”. Ele pode ser um excelente pivô na Espanha, mas como já foi dito diversas veze, o estilo de jogo do pivô dominante na Espanha é bem diferente do da NBA. Vejo pelo próprio Splitter, que até hoje acho que não agradou muito, e nas finais mais atrapalhou do que ajudou os Spurs. Também, tem-se muito menos informações sobre o Faverani do que Splitter. Na verdade, acho que o Celtics acertou em trazer um jogador de u a posição tão difícil, por um custo baixo, mas um bom petencial. Estamos torcendo por ele, mas não com tantas esperanças.

  11. […] a defender a camisa da equipe mais vitoriosa da história da NBA. Já na pré-temporada, o pivô chamou a atenção e conseguiu se destacar já na primeira partida da franquia no TD Garden pela temporada regular, […]

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