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Gerald Green é elogiado por Thomas: “vai nos ajudar bastante”

Após nove anos em outras franquias da NBA, além de rápidas passagens por equipes da Rússia e da China, o ala-armador Gerald Green retornou ao Boston Celtics com a missão de trazer experiência a um elenco com jovens atletas e liderar a pontuação da segunda unidade celta. Green ainda não fez a sua reestreia com a camisa verde e branca, mas já está deixando a torcida e até alguns de seus companheiros de equipe bem ansiosos.

“Ele vai nos ajudar bastante”, elogiou o armador Isaiah Thomas, companheiro de Gerald Green no Phoenix Suns em 2014/2015, em entrevista a Chris Forsberg, da ESPN. “Ele pode arremessar, é atlético, e realmente não temos um grande atirador que seja capaz de criar seu próprio arremesso. Em Phoenix, era difícil atuarmos juntos, pois tinham outros dois armadores que também estavam bem (Goran Dragic e Eric Bledsoe). Ele está mais maduro agora, pronto para essa oportunidade, sei que vai nos ajudar e que está animado com o desafio”.

O treinador Brad Stevens, assim como Isaiah Thomas, também comemorou a contratação de Gerald Green. Ao jornalista Gary Washburn, do Boston Globe, o comandante celta revelou ser um admirador do ala e espera que ele seja uma das referências ofensivas do Celtics na próxima temporada da NBA.

“Eu sempre fui um fã de Gerald Green. É um atleta que aparece sempre como destaque nos relatórios, pois pode marcar um monte de pontos em um curto período de tempo, pode mudar o curso de um jogo. Ele não faz isso todas as noites, mas já fez isso em vários momentos e traz uma habilidade necessária para a pontuação”, afirmou Stevens.

Recrutado pelo Boston Celtics em 2005, Gerald Green defendeu o maior campeão da história da liga em duas temporadas da NBA e foi negociado com o Minnesota Timberwolves em 2007, na histórica troca que resultou na ida de Kevin Garnett ao Alviverde. Depois disso, Green viveu tempos de andarilho, apresentou um bom desempenho no Phoenix Suns, mas não teve sucesso no Miami Heat, franquia que defendeu em 2015/2016. Aos 30 anos, o ala-armador terá a oportunidade perfeita para se reerguer na liga, justamente onde tudo começou.

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Gustavo Arruda
Gustavo, 28 anos, é maranhense de São Luís, jornalista formado pela UFMA e repórter do Imirante.com. Fanático por esportes, principalmente futebol e basquete, é torcedor celta desde 2003, quando ouviu pela primeira vez o TD Garden lotado entoando "Let's go, Celtics!", e escreve no Celtics Brasil desde julho de 2011, com mais de 1.700 textos publicados. Nas horas vagas, é goleiro, armador, tio do João Gabriel e da Alice, e também dá seus pitacos sobre o maior campeão da NBA no Twitter: @gustavoarruda01.

3 comentários

  1. Fernando C Silva

    Parece que, fora algumas dispensas, nosso time está fechado. Alguém ainda espera alguma big trade?

  2. drakes

    Achei um ajuste curioso esse do Green, deve ser algo que viram quando ele jogou em Phoenix que ele tinha jogadas de ataque planejadas.

    Com a saída do Turner, eu espero que tenhamos na parte ofensiva uma construção agora dividida com Smart, Green e Rozier, o antigo papel do Smart, para mim, será realizado pelo Jaylen Brown que é defensor acima da média que é a quinta opção em quadra para decidir. A não ser que ele (Brown) não seja tão cru no ataque como se propaga (e se vê em quadra).

    Sobre troca, com cap já subindo próximo ano para 108 milhões podendo ter uma revisão e passar para 122 milhões, é uma situação que atrapalha, por que é difícil vc oferecer uma troca equilibrada para jogadores que estão no último ano de contrato por exemplo, mesmo no caso dos restritos se vc realizar uma troca, fica como no caso de Kanter para Thunder, para mante-lo irá de máxima e sua flexibilidade começa a sumir.

    Por isso, eu acredito se ocorrerem trocas será mais devido a redundância como ocorreu com o Magic recentemente, ou no caso do celtics um jogador de rotação pronto para trocar dois rookies e pick segunda rodada, agora o problema é quem quer.

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